Do Blog Dantas Barreto – “A Polícia Federal agora está no caso. Decisão Supremo Tribunal Federal chega para fazer justiça. A PF agora está autorizada a investigar a ação clandestina de monitoramento e de espionagem ilegal conduzida pela Polícia Civil. É hora de Pernambuco saber: quem deu a ordem? A quem interessou agir à margem da lei? Por que fazer isso em pleno ano eleitoral?”, diz João Campos.
O prefeito ressalta na postagem que, “desde o primeiro momento, alertei para a gravidade da situação”. “Sou favorável que toda investigação seja feita, desde que ela cumpra o que prevê a legislação. Como a própria decisão do STF traz, Pernambuco e o Brasil não podem assistir a nenhum tipo de vigilância com finalidade política”, acrescenta
Campos afirma que “atos assim não podem ficar impunes”. “A participação da Polícia Federal será decisiva para apurar, investigar e chegar até o final de um processo que só teve de formal um grupo no WhatsApp. Volto a registrar o meu respeito pela Polícia Civil, que nunca poderá ser transformada em polícia paralela ou em polícia política”, diz o pré-candidato a governador.
João Campos avisa que não será “sob nenhuma hipótese, conivente com quem aceita a atitude ilegal e clandestina de estimular a perseguição eleitoral”. “Tenho certeza de que a verdade vai prevalecer. Para que a pessoa que deu a ordem seja devidamente responsabilizada e para que a confiança nas instituições seja preservada”, conclui.
ALVOS
Os alvos da Polícia Civil foram o secretário municipal de Articulação e Política Social, Gustavo Monteiro, e seu irmão Eduardo Monteiro, que é assessor da Prefeitura do Recife. Denúncia anônima apontou que eles estariam recebendo propina e um grupo formado por três delegados e sete agentes foram designados para investigá-los. Mas nada foi comprovado. A investigação, porém, vazou para a imprensa e o Governo vem sendo acusado de perseguir os adversários. O Governo nega que exista essa orientação.










