Da Redação do Blog – Depois da polêmica envolvendo a presidente da OAB-PE, a trend “Será que eu sou?” se espalhou de vez por órgãos do Judiciário — e já está rendendo uma boa dose de polêmica. Eu mesmo não gosto, mas respeito quem acha legal.
Um dos vídeos foi publicado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para dar um recado institucional sobre o prazo para regularizar o título de eleitor. Em outro caso, a Defensoria Pública do Maranhão também entrou na onda. Na gravação, o 2º subdefensor-geral, Paulo Costa, aparece dançando e brincando com o próprio cargo, em meio a frases sobre o trabalho da instituição.
Apesar da intenção descontraída, a repercussão nas redes tem sido dividida. Para muitos, o formato — já comum entre influenciadores — soa deslocado quando adotado por instituições públicas e autoridades, levantando questionamentos sobre postura e seriedade.
O movimento também foi seguido pela presidente da OAB-PE, Ingrid Zanella. Agora, o que era apenas uma “brincadeira de internet” virou debate: até que ponto esse tipo de conteúdo combina com cargos e funções públicas?
Veja o vídeo
Depois da polêmica envolvendo a presidente da OAB-PE, a trend “Será que eu sou?” se espalhou de vez por órgãos do Judiciário — e já está rendendo uma boa dose de vergonha alheia. O movimento ganhou força após o vídeo da presidente da OAB-PE, que também aderiu à trend. pic.twitter.com/86G328PDHX
— Ricardo Antunes (@blogricaantunes) March 28, 2026












