Da Redação do Blog – A Polícia Militar de São Paulo oficializou, nesta quinta-feira (2), a transferência do tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto para a inatividade.
O oficial está preso preventivamente desde 18 de março, acusado de matar a esposa, a soldado Gisele Alves Santana, e forjar um suicídio para encobrir o crime.
Aposentadoria e vencimentos
Mesmo sob investigação e detido no Presídio Militar Romão Gomes, o tenente-coronel teve o pedido de aposentadoria — feito por ele mesmo — concedido pela Diretoria de Pessoal da PM.
O tenente-coronel Geraldo Neto, atualmente na reserva com rendimentos de R$ 21 mil, é réu por feminicídio e fraude processual pela morte de sua esposa, Gisele, em São Paulo.
Embora tenha alegado suicídio, a investigação desmentiu a versão ao identificar um atraso de 26 minutos no acionamento da polícia, manipulação do celular da vítima e mensagens apagadas.
Registros recuperados mostram que o casal discutia o divórcio e que Gisele confrontou o comportamento autoritário do marido antes do crime. Apesar do processo de expulsão da PM em curso, o oficial deve manter o direito à aposentadoria por tempo de serviço. Ele permanece em prisão preventiva.












