Por Ricardo Antunes – O escritório Telino Sociedade de Advogados, representante da empresa Casa Roccha Ltda. (Kepha), divulgou nota pública rebatendo a repercussão do chamado “escândalo da cuba”, citado em matéria do blog em 2025 e relembrado ontem (03), em texto que reproduziu críticas de clientes de João Pessoa (PB) à marca de móveis de alto padrão Ornare.
Segundo a defesa, o episódio não teria ocorrido da forma como foi divulgado e faria parte de uma “campanha injuriosa” supostamente articulada pela arquiteta Mariana Gonçalves Carvalho Lacerda, ex-sócia da arquiteta Lu Dias.
De acordo com o escritório, a ruptura entre as duas ocorreu no fim de 2023 e, posteriormente, Mariana teria fundado uma empresa concorrente. A nota afirma que há processos em curso que investigam possíveis crimes de concorrência desleal e injúria contra Mariana Lacerda.

Leia a nota
O escritório Telino Sociedade de Advogados, na qualidade de representante legal da empresa Casa Roccha Ltda. (nome fantasia Kepha), vem a público esclarecer que o episódio divulgado como “escândalo da cuba”, novamente citado no Blog de Ricardo Antunes, integra uma campanha injuriosa atribuída à arquiteta Mariana Gonçalves Carvalho Lacerda.
Mariana Carvalho rompeu a sociedade com a arquiteta Lu Dias no final de 2023 e, após o “escândalo da cuba”, fundou a LM Home (concorrente da Kepha). Esse contexto explicaria as condutas que a tornaram ré em ações cíveis e criminais.
Especificamente no episódio do “escândalo da cuba”, as demandas judiciais apuram a prática de concorrência desleal, nos termos do art. 195, incisos III e XI, da Lei nº 9.279/96, bem como do crime de injúria, previsto no art. 140 do Código Penal.
As ações são instruídas com robusto acervo probatório, que demonstraria que a arquiteta Mariana Carvalho teria sido idealizadora, organizadora e financiadora de um plano deliberado destinado a desviar clientela e segredos comerciais da empresa Kepha, ao mesmo tempo em que promovia ataques à sua honra subjetiva.
Os autos apontam condutas de espionagem comercial, cooptação de funcionários, utilização de identidades falsas e ofensas de cunho pessoal.
Após medida de busca e apreensão, os detalhes do alegado plano teriam sido revelados com a identificação de participantes e registros de pagamentos relacionados à criação e divulgação de notícias falsas contra a Kepha.
Ainda conforme apurado, Mariana Carvalho teria contado com a colaboração de uma funcionária da empresa, identificada como Taísa, para a criação da fake news conhecida como “escândalo da cuba”, utilizando o pseudônimo de “Elisa” — nome da filha menor da proprietária da empresa.
O escritório Telino ressalta que os fatos estão sendo devidamente apreciados pelo Poder Judiciário, no âmbito do devido processo legal, e que a presente manifestação tem como objetivo restabelecer a verdade e resguardar os direitos de sua cliente.
Telino Sociedade de Advogados
Assessoria Jurídica
Nota da Redação:
1) O Portal Ricardo Antunes não se presta a fazer campanha “injuriosa” contra quem quer que seja, como a nota do escritório de advocacia tenta insinuar. Nosso compromisso é somente e apenas com “Sua Excelência, o fato”.
2) Também não revelamos nossas fontes, direito sagrado de todo jornalista e respaldado pela Constituição Federal.
3) Todos os citados em qualquer reportagem são procurados para exercer o sagrado direito de resposta, no chamado “O Outro Lado”, que foi exercido pela Ornare.
4) Nossa credibilidade é fruto desse trabalho sério, que tem o respaldo de mais de 18 milhões de leitores, como atestam os números da Meta somente no mês de março.
5) No caso da matéria postada pelo site ClickPB, a empresa também foi procurada e resolveu não se manifestar.












