EXCLUSIVO, Por Ricardo Antunes — A visita institucional da governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) ao presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), desembargador Fernando Cerqueira, teve tom de alerta. A pessedista falou sobre o que chamou de “baixaria” e “jogo sujo” do PSB durante a campanha eleitoral.
O posicionamento da governadora tem como pano de fundo a guerra de acusações travada entre ela e o adversário João Campos (PSB). Ambos acusam o outro de manter um “gabinete do ódio” para promover ataques com notícias falsas nas redes sociais.
Na semana passada, Raquel acionou o TRE-PE em razão do que classificou como “ataques coordenados”. O advogado Delmiro Campos solicitou tutela cautelar antecedente para rastrear e produzir provas técnicas que esclareçam a autoria, a administração, a coordenação e o custeio de uma rede de perfis digitais anônimos que atacariam a governadora.
Há dois dias, por sua vez, João Campos afirmou, em entrevista ao UOL, que também tem sido vítima dos mesmos ataques, difamações e atos de espionagem atribuídos ao suposto gabinete do ódio ligado à adversária.
O clima de confronto deve seguir até 5 de outubro, data do primeiro turno das eleições. Até lá, a Justiça Eleitoral terá muito trabalho para tentar coibir essas práticas, ciente de que quaisquer medidas adotadas desagradarão um lado ou outro.












