Por Paula Cordeiro – Após a equipe do ex-prefeito e candidato ao Governo de Pernambuco João Campos (PSB) acusar a governadora Raquel Lyra (PSD) de comandar uma “milícia digital” e dar entrada em Ações de Investigação Judicial Eleitoral (Aijes) junto ao TRE-PE, a assessoria da campanha da candidata à reeleição divulgou uma nota onde rebate as acusações e afirma que o PSB estaria recorrendo a “velhas práticas” durante o período eleitoral.
Na manifestação, a campanha de Raquel Lyra nega as acusações, afirma que a governadora determinou a exoneração de um servidor diante de sua conduta e diz que as alegações feitas pela equipe de João Campos serão enfrentadas na Justiça. A assessoria também afirma que já acionou advogados para responsabilizar quem, segundo a campanha, estiver propagando “mentiras” contra a governadora.
CONFIRA A NOTA NA ÍNTEGRA
“A poucas semanas da eleição, o PSB continua usando suas velhas práticas, trocando o debate de propostas por uma coletiva de acusações. Anuncia ações que ainda não existem, baseadas numa denúncia sem provas. Quem tem trabalho a mostrar mostra trabalho; quem não tem, convoca a imprensa para anunciar processos.
A campanha de Raquel Lyra é feita à luz do dia, com nome, rosto e assinatura. Foi a governadora quem, diante da conduta de um servidor, determinou sua exoneração imediata e a apuração dos fatos. É assim que age quem não tem nada a esconder: aponta o erro e apura, não terceiriza ataques nas sombras.
A tentativa de transformar acusação em fato, sem prova e no calendário eleitoral, será enfrentada onde deve ser: na Justiça. A campanha já aciona seus advogados para responsabilizar quem constrói e propaga mentiras contra a governadora. Difamar é crime, e será tratado como tal.
Enquanto o adversário fala de ódio, Raquel Lyra segue falando com coração e, acima de tudo, trabalhando para continuar mudando a vida das pessoas.”












