EXCLUSIVO, Por André Beltrão – O empresário pernambucano João Studart, fundador da Betnacional e um dos alvos da Operação Jogo de Sombras, evitou responder diretamente às perguntas sobre a investigação que apura suspeitas de sonegação fiscal, evasão de divisas e lavagem de dinheiro.
Em ligação telefônica, o jornalista Ricardo Antunes questionou Studart sobre a operação, seu paradeiro e as acusações envolvendo empresas registradas em Curaçao. O empresário afirmou que não tinha uma nota oficial e orientou a reportagem a procurar a assessoria da empresa.
“Eu não tenho nota, mas você pode falar com a nossa assessoria”, afirmou. Questionado novamente sobre as acusações relacionadas à empresa em Curaçao, Studart encerrou a ligação: “É só isso que eu tenho a responder”.
Studart e o primo Eduardo Lima Monte estão à frente da NSX Brasil, responsável pela operação da Betnacional. Segundo a Receita Federal, a empresa movimentou mais de R$ 5 bilhões em 2025.
A Operação Jogo de Sombras, deflagrada nesta sexta-feira (28) pelo MPF e pela Receita Federal, cumpriu seis mandados de busca e apreensão no Recife, em João Pessoa e em São Paulo. Dois veículos de luxo e documentos também foram apreendidos durante a ação.
O OUTRO LADO
Nosso portal aguarda a nota de sua assessoria.
Veja o vídeo
João Guilherme Monte Studart e Eduardo Lima Monte, empresários de Pernambuco, lideram a NSX Brasil, responsável pela operação da Betnacional no país. O grupo está sob investigação por suspeita de movimentar mais de R$ 5 bilhões só em 2025. pic.twitter.com/CGVQWBp7J1
— Ricardo Antunes (@blogricaantunes) August 28, 2026











