Por Andre Beltrão – Nosso portal reagiu à sequência de ataques que passou a sofrer nas redes sociais e acionou a Justiça Eleitoral para que o Ministério Público apure uma possível atuação coordenada de perfis ligados ao campo de apoio a João Campos.
Segundo a petição, dez perfis divulgaram, em sequência, conteúdos semelhantes ou idênticos tentando associar pagamentos regulares de publicidade institucional do Governo de Pernambuco à linha editorial do blog de Ricardo. A partir daí, passaram a surgir ilações de que o jornalista receberia recursos públicos para atacar João Campos e integrar um suposto “gabinete do ódio”.
Parte do material utiliza referências explícitas à Frente Popular, ao número “João 40” e até a expressão “nossa campanha”. Ainda assim, Ricardo pede que a investigação esclareça se houve participação direta de campanha, atuação de apoiadores ou ação de terceiros. “Não deixa de ser suspeito que esse tipo de hate esteja sendo produzido pelos bonequinhos do PSB que adora uma censura à imprensa”, disse ele, que é considerado um dos maiores jornalistas investigativos do país.
O jornalista sustenta que nunca deixou de criticar Raquel Lyra quando entendeu necessário e que sua atuação sempre foi independente. “Nosso jornalismo é acido e crítico. Existem mais de 40 publicações criticando a governadora e seus aliados e nunca ninguém do Palácio moveu qualquer processo contra mim”, lembrou ele.
Agora, ele afirma estar sendo alvo de desinformação justamente para colocar essa independência sob suspeita. “A mentira alimenta o ódio que produz agressão física” afirmou ele que fez o prints de aliados do candidato do PSB com ameaças e palavras de baixo calão. Como se a gente tivesse medo”, completou.
A representação aponta ainda legendas idênticas, publicações colaborativas entre várias contas e repetição das mesmas artes em curto espaço de tempo. O pedido é para que o Ministério Público apure eventual coordenação, contratação ou impulsionamento entre os responsáveis.









