“Geneton era um repórter adolescente quando o conheci. Gostei dele imediata e imensamente. Depois, fiquei tão impressionado com a honradez que ele demonstrou ao publicar nosso diálogo (eu tinha dito alguma coisa que soaria picante se fosse usada por um jornalista ordinário, e ele, tendo entendido o sentido respeitoso com que foi dito o que eu disse, nem publicou a frase arriscada), fiquei mesmo tão grato à sua grandeza que, para deixar para trás um período de dois anos em que me recusava a conceder entrevista a qualquer veículo da imprensa (muita agressão gratuita e muita inverdade oportunista se lia nas páginas dedicadas à música), escolhi falar com ele, e só com ele, para reiniciar um diálogo normal com a confusão dos cadernos B. Eu o adorava. Fiquei tristíssimo hoje ao saber que ele tinha morrido”, disse Caetano Veloso em seu face.
Propósito, percurso e país: a nova missão de André de Paula
*Por Alê Cavalcanti - Nesta quarta-feira (1º), o Brasil reposiciona uma peça importante no tabuleiro do seu próprio futuro. O nosso muito querido André de Paula assume o...










