Por Felipe Cunha – O ministro Alexandre Padilha esteve hoje no Real Hospital Português e confirmou o credenciamento da instituição como hospital de ensino, em articulação com o Ministério da Saúde — movimento que abre caminho direto para a criação de uma futura faculdade de medicina vinculada ao hospital.
A sinalização reposiciona o hospital estrategicamente: deixa de ser apenas um centro assistencial de alta complexidade para também atuar na formação médica, com impacto direto na atração de investimentos, talentos e ampliação da relevância acadêmica no Nordeste.
O Real Hospital Português já está entre os maiores hospitais privados da América Latina, com estrutura de alta complexidade e reconhecimento nacional. A unidade do Hospital Português abriga a única operação do Hospital Israelita Albert Einstein, de São Paulo, no Norte e Nordeste, nas áreas de oncologia e hematologia — um dos centros mais avançados do país.
Levantamentos da Global Health Intelligence, dos Estados Unidos, posicionam o hospital entre os 10 mais bem equipados do Brasil em capacidade hospitalar, ao lado de instituições como o Hospital Israelita Albert Einstein e a Beneficência Portuguesa de São Paulo.
Durante a agenda, Padilha esteve acompanhado de Alberto Ferreira da Costa Júnior, um dos provedores do hospital e também proprietário da Construtora Rio Ave, uma das maiores construtoras do país, além de Alexandre Reis, provedor do hospital e figura de forte influência na sociedade pernambucana, responsável pela condução da Set Sistemas.
A formalização como hospital de ensino tende a acelerar a criação de um polo médico-acadêmico no Recife, elevando o nível de formação profissional e consolidando ainda mais o protagonismo da instituição no cenário nacional.












