Da Redação – A campanha de João Campos (PSB) ao Governo do Estado de Pernambuco entrou em parafuso após a divulgação dos panfletos apócrifos no último domingo (30). Em vez de se solidarizar em primeiro lugar com a governadora Raquel Lyra (PSD), vítima deste episódio, socialistas como o presidente da sigla, Sileno Guedes, priorizam a defesa de “apuração dos responsáveis pela armação”.
Em uma publicação nas redes sociais, Sileno, que também é deputado estadual, não dedicou uma palavra de solidariedade a Raquel pelos ataques. A prioridade foi tentar afastar João Campos e o próprio PSB de qualquer relação com o material.
“João repudiou categoricamente o panfleto apócrifo que tentam vincular a ele e vai à Justiça para apurar essa armação”, afirmou.
O problema é que, ao transformar um episódio grave em mais uma oportunidade para se defender politicamente, o PSB parece perder de vista a questão da construção de confiança, básica de qualquer campanha.
Com isso, vão criando uma antipatia enorme e sequer despertam na população um sentimento que João precisa: o de confiar em que ele é bem cercado e pode melhorar Pernambuco.











