Blog do Ricardo Antunes
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião
Blog do Ricardo Antunes
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião
Home Política

Taxas de Covid voltam a subir

Por Ricardo Antunes
03/05/2022 - 08:22
WhatsAppTweetarCompartilharEnviar por Email

*Por Felipe Costa, no Jornal GGN — Este artigo atualiza as estatísticas mundiais a respeito da pandemia da Covid-19 divulgadas em artigo anterior (aqui). Em escala mundial, já são 514 milhões de casos e 6,24 milhões de mortes. No caso específico do Brasil, o artigo também atualiza os valores das taxas de crescimento divulgados no naquele artigo. Entre 25/4 e 1/5, os valores ficaram em 0,0494% (casos) e 0,0187% (mortes). A trajetória mudou e as taxas tornaram a subir. É preocupante. No ritmo atual, o país irá contabilizar um total de 30.878.291 casos e 666.992 mortes até 29/5.

1. UM BALANÇO DA SITUAÇÃO MUNDIAL.

Levando em conta as estatísticas obtidas na noite de ontem (1/5) [1], eis um balanço da situação mundial.

(A) – Em números absolutos, os 20 países [2] mais afetados estão a concentrar 73% dos casos (de um total de 513.770.292) e 66% das mortes (de um total de 6.236.172) [3].

(B) – Entre esses 20 países, a taxa de letalidade está agora em 1,1%. A taxa brasileira está em 2,2%. (Dois países vizinhos que também estão no topo da lista mostram os seguintes valores: Argentina, 1,4%; e Colômbia, 2,3%.)

(C) – Nesses 20 países, 337 milhões de indivíduos receberam alta, o que corresponde a 89% dos casos. Em escala global, 468 milhões de indivíduos já receberam alta [4].

2. O RITMO DA PANDEMIA NO PAÍS.

De acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, foram registrados ontem (1/5) em todo o país mais 6.263 casos e 16 mortes. Teríamos chegado assim a um total de 30.454.499 casos e 663.513 mortes.

Na semana encerrada ontem (25/4-1/5), foram registrados 105.036 novos casos – um aumento de 8% em relação à semana anterior (18-24/4: 96.845).

Entre 25/4 e 1/5, infelizmente, foram registradas ainda 867 mortes – um aumento de 26% em relação ao que foi anotado na semana anterior (18-24/4: 686).

3. TAXAS DE CRESCIMENTO.

Em dois anos (2020-2022) de esforço visando monitorar de perto o ritmo e o rumo da pandemia [5], sigo a usar como guias as taxas de crescimento no número de casos e de mortes. Ambas abandonaram a trajetória decrescente e passaram a escalar (ver a figura que acompanha este artigo).

Vejamos os resultados mais recentes.

A taxa de crescimento no número de casos subiu de 0,0457% (18-24/4) para 0,0494% (25/4-1/5) – interrompendo assim uma série de seis quedas consecutivas [6, 7].

A taxa de crescimento no número de mortes, por sua vez, subiu de 0,0148% (18-24/4) para 0,0187% (25/4-1/5) – interrompendo assim uma série de 10 quedas consecutivas.

Serão mais 424 mil casos e 3,5 mil mortes até 29/5.

FIGURA. A figura que acompanha este artigo ilustra o comportamento das médias semanais das taxas de crescimento no número de casos (pontos em azul escuro) e no número de óbitos (pontos em vermelho escuro) em todo o país (valores expressos em porcentagem), entre 12/9/2021 e 1/5/2022. (Para resultados anteriores, ver aqui.) Note que alguns pares de pontos são coincidentes ou quase isso.

4. CODA.

As médias semanais das taxas de crescimento (casos e mortes) deixaram de cair, estancaram e, agora, tornaram a subir (ver a figura que acompanha este artigo).

É preocupante [8]. E de pronto reacende a pergunta do artigo anterior: Já seria a ressaca do Carnaval?

No ritmo atual, o país irá contabilizar um total de 30.878.291 casos e 666.992 mortes até o último domingo de maio (29/5).

NOTAS.

[*] Há uma campanha de comercialização em curso envolvendo os livros do autor – ver o artigo Ciência e poesia em quatro volumes. Para mais informações ou para adquirir (por via postal) os quatro volumes (ou algum volume específico), faça contato pelo endereço meiterer@hotmail.com. Para conhecer outros artigos e livros, ver aqui.

[1] Vale notar que certos países atualizam suas estatísticas uma única vez ao longo do dia; outros atualizam duas vezes ou mais; e há uns poucos que estão a fazê-lo de modo mais ou menos errático. Acompanho as estatísticas mundiais em dois painéis, Mapping 2019-nCov (Johns Hopkins University, EUA) e Worldometer: Coronavirus (Dadax, EUA).

[2] Os 20 primeiros países da lista podem ser arranjados em 10 grupos: (a) Entre 80 e 85 milhões de casos – Estados Unidos; (b) Entre 40 e 45 milhões – Índia; (c) Entre 30 e 35 milhões – Brasil; (d) Entre 25 e 30 milhões – França; (e) Entre 20 e 25 milhões – Alemanha e Reino Unido; (f) Entre 15 e 20 milhões – Rússia, Coreia do Sul, Itália e Turquia; (g) Entre 10 e 12 milhões – Espanha e Vietnã; (h) Entre 8 e 10 milhões – Argentina e Países Baixos; (i) 6 e 8 milhões – Japão, Irã, Colômbia e Indonésia; e (j) Entre 5,9 e 6 milhões – Polônia e Austrália.

Olhando apenas para as estatísticas (casos e mortes) das últimas quatro semanas, eis um breve resumo da situação atual: (i) em números absolutos, a lista está a ser encabeçada pela Coreia do Sul, com 3,4 milhões de novos casos; (ii) a lista dos cinco primeiros tem ainda os seguintes países: Alemanha (3,26 milhões), França (2,75), Itália (1,67) e Austrália (1,28). O Brasil (453 mil) está na 12ª posição; e (iii) a lista dos países com mais mortes segue sendo encabeçada pelos EUA (11,78 mil); em seguida aparecem Reino Unido (9,38 mil) Rússia (6,31), Coreia do Sul (5,64) e Alemanha (5,47). O Brasil (3,36) está na 8ª posição.

[3] Para detalhes e discussões a respeito do comportamento da pandemia desde março de 2020, tanto em escala mundial como nacional, ver os volumes da coletânea A pandemia e a lenta agonia de um país desgovernado, vols. 1-5 (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

[4] Como comentei em ocasiões anteriores, fui levado a promover a seguinte mudança metodológica: as estatísticas de casos e mortes continuam a seguir o painel Mapping 2019-nCov, enquanto as de altas estão agora a seguir o painel Worldometer: Coronavirus.

[5] Para capturar e antever a dinâmica de processos populacionais, como é o caso da disseminação de uma doença contagiosa, devemos recorrer a um parâmetro que tenha algum poder preditivo. Não é o caso da média móvel. Mas é o caso da taxa de crescimento. Para detalhes e discussões a respeito do comportamento da pandemia desde março de 2020, tanto em escala mundial como nacional, ver qualquer um dos três primeiros volumes da coletânea mencionada na nota 3.

[6] Entre 27/12/2021 e 1/5/2022 (para as semanas anteriores, ver aqui), as médias semanais exibiram os seguintes valores: (1) casos: 0,0345% (27/12-2/1), 0,1472% (3-9/1), 0,2997% (10-16/1), 0,6359% (17-23/1), 0,7576% (24-30/1), 0,6544% (31/1-6/2), 0,5022% (7-13/2), 0,3744% (14-20/2), 0,2812% (21-27/2), 0,1389% (28/2-6/3), 0,1565% (7-13/3), 0,1268% (14-20/3), 0,1019% (21-27/3), 0,0750% (28/3-3/4), 0,0727% (4-10/4), 0,0474% (11-17/4), 0,0457% (18-24/4) e 0,0494% (25/4-1/5); e (2) mortes: 0,0151% (27/12-2/1), 0,0196% (3-9/1), 0,0245% (10-16/1), 0,0471% (17-23/1), 0,0859% (24-30/1), 0,1212% (31/1-6/2), 0,1388% (7-13/2), 0,1320% (14-20/2), 0,1071% (21-27/2), 0,0661% (28/2-6/3), 0,0642% (7-13/3), 0,0463% (14-20/3), 0,0363% (21-27/3), 0,0275% (28/3-3/4), 0,0240% (4-10/4), 0,0152% (11-17/4), 0,0148% (18-24/4) e 0,0187% (25/4-1/5).

[7] Sobre o cálculo das taxas de crescimento, ver os volumes da coletânea A pandemia e a lenta agonia de um país desgovernado, vols. 1-5 (aqui, aqui, aqui, aqui e aqui).

[8] Como escrevi em ocasiões anteriores, uma saída rápida para a crise (minimizando o número de novos casos e, sobretudo, o de mortes) dependeria de dois fatores: (i) a adoção de medidas efetivas de proteção e confinamento; e (ii) uma massiva e acelerada campanha de vacinação.

Cabe ressaltar que o ritmo da vacinação oscilou muito ao longo da campanha. Levamos 34 dias (24/8-27/9), por exemplo, para ir de 60% a 70% da população com ao menos uma dose da vacina. (Hoje, 2/5, este percentual ainda está em 85,34%.) Antes disso, porém, levamos 25 dias (9/7-3/8) para ir de 40% a 50% e apenas 21 dias (3-24/8) para ir de 50% a 60%. Sobre os percentuais, ver ‘Coronavirus (COVID-19) Vaccinations’ (Our World in Data, Oxford, Inglaterra).

Tags: CoronavírusCovidCovid-19
EnviarTweet19Compartilhar30Enviar
Ricardo Antunes

Ricardo Antunes

Ricardo Antunes é jornalista, repórter investigativo e editor do Blog do Ricardo Antunes. Tem pós-graduação em Jornalismo político pela UnB (Universidade de Brasília) e na Georgetown University (EUA). Passou pelos principais jornais e revistas do eixo Recife – São Paulo – Brasília e fez consultoria de comunicação para diversas empresas públicas e privadas.

Matérias Relacionadas

Michel Temer (MDB), Daniel Vorcaro e o presidente Lula (PT) (esq. p/ dir.)

Daniel Vorcaro também financiou filmes de Temer e de Lula

Por Lauro Jardim, de O Globo - A mensagem de áudio de Flavio Bolsonaro pedindo dinheiro a Daniel Vorcaro para concluir o filme biográfico sobre Jair Bolsonaro é...

O senador afirmou que pediu patrocínio privado ao filme

Flávio Bolsonaro admite conversa com Vorcaro, mas nega benefício

Do Uol - O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, confirmou hoje que negociou com Daniel Vorcaro, mas afirmou que "não ofereceu vantagens" em troca...

Estava em R$ 4,93 antes da publicação e foi a R$ 4,99 às 18h17

Bolsa cai e dólar sobe após vazamento envolvendo Flávio Bolsonaro e Vorcaro

Por Gabriella Furquim, do Metrópoles - Bastaram alguns minutos para que o conteúdo das conversas entre o banqueiro Daniel Vorcaro e o pré-candidato a presidente Flávio Bolsonaro (PL-RJ)...

Os senadores Flávio Bolsonaro e Ciro Nogueira

Após pesquisa, aliados de Flávio negam desgaste de operação contra Ciro

Do O Globo — A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira foi recebida com alívio no entorno do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), após dias de preocupação com os possíveis reflexos...

Nunes Marques assumiu como o novo presidente do TSE

Combate as fake news será o primeiro ato de Nunes Marques na presidência do TSE

Por Manoela Alcântara, do Metrópoles - Após cerimônia de posse com a presença de ministros, políticos, parentes e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT),...

Carregar Mais
Próximo Artigo

Náutico e Jean Carlos: sócios na covardia e na hipocrisia

Por favor, faça login para comentar

Suape

Governo PE

Ipojuca

São Lourenço da Mata

Ipojuca

Blog do Ricardo Antunes

Ricardo Antunes - Debates, polêmicas, notícias exclusivas, entrevistas, análises e vídeos exclusivos.

CATEGORIAS

  • Brasil
  • Ciências
  • Cultura
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Eventos
  • Internacional
  • Justiça
  • Opinião
  • Pernambuco
  • Política
  • Tecnologia

ASSUNTOS

Alexandre de Moraes Bolsonarismo Brasília Carnaval Coronavírus corrupção Covid-19 DEM destaque Donald Trump Eleições Eleições 2020 Eleições 2022 Esporte EUA Fernando de Noronha Futebol Internacional Investigação Jair Bolsonaro João Campos Justiça Lava Jato Marília Arraes MDB Olinda operação Paulo Câmara PL polícia cívil Polícia Federal PSB PSDB PT Raquel Lyra Ricardo Antunes Rio de Janeiro Saúde Senado Sergio Moro STF São Paulo União Brasil Vacina Violência

© 2016 - 2026 - Ricardo Antunes - Todos Direitos Reservados

Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião

© 2016 - 2026 - Ricardo Antunes - Todos Direitos Reservados

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.