Sergio Moro disse aos generais governistas que “não rasgaria sua biografia para ficar ministro do governo”, informa Andréia Sadi.
“A ala militar avalia que a saída de Moro pode ser ‘o começo do fim’ do governo do presidente, pois rachará a base de apoio de Bolsonaro, composta uma parte por radicais e, a outra, por defensores do combate à corrupção e de Moro (…).
Aos generais que insistiam para o presidente não demitir Moro, Bolsonaro respondeu: ‘ou eu sou o presidente ou não sou’”.
Ele é, mas não se sabe até quando.




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