Por Ricardo Antunes – Enfático, o prefeito João Campos (PSB) classificou como “perseguição política” a investigação da Polícia Civil sobre seu secretário de Articulação Política e Social, Gustavo Monteiro, em postagem na noite desta segunda-feira (26) em suas redes sociais, na qual enfatizou que “não vale tudo para disputar uma eleição”, numa referência implícita ao seu embate com a governadora Raquel Lyra (PSD) pelo governo, em outubro.
“Quem está dando estas ordens? É interesse de quem? “, perguntou, e repetiu, mais adiante: “Quem está pilotando isso? Isso está a serviço de quem? Isso interessa a quem? Quem está financiando isso”?, numa insinuação de que a governadora estaria por trás das investigações da Polícia Civil, que, segundo ele, está sendo usada com fins políticos.
Em tom de desabafo, declarou que depois de ser reeleito, “foi construída uma grande rede de ódio, de disseminação de mentiras, de ataque à honra, fake news, injúria, difamação”. Pontuou ser “criminoso ” e um “absurdo” instalar rastreador em carro oficial da Prefeitura e anunciou que vai mover ação judicial contra a investigação.
“Nossa gestão não tolera corrupção, mas também não vai tolerar perseguição política”, escreveu.










