Por Dr Sérgio Medeiros de Almeida – Decerto, o problema da corrupção crônica e
institucional do Brasil, é preocupante e
determinante para a falência geral do Estado-
Governo. Entrementes, isso não é tudo,
porquanto, a corrupção não é um tema que
reputo exauriente, porque não explica tudo ou
todas as mazelas do Poder Central, e a
governabilidade do país. Observo, mais,
acuradamente, doutro viés, que, há um ponto
crucial que me parece muito mais grave e que
compromete toda a “vida estatal” e os poderes
republicanos: o “fenômeno do parasitismo
visceral”.
Ora, pois, eu tenho que não há nada
mais nefasto e horrendo que um Poder Estatal
e sua correspondente Administração Pública,
sendo governados por parasitas, este
comprometidos, meramente, com seus salários
ou vantagens financeiras. Consectariamente, o
parasitismo que é visceral e que está dentro
do “organismo” estatal, acarreta não só
prejuízos ao erário, porque o alto escalão
recebe altíssimos vencimentos, não produz,
não serve ao Estado, doutro modo, desmantela
e arruína todo o mecanismo de funcionamento
do governo, tudo em prejuízo do cidadão que é
administrado e contribuinte.
Por fim, o discurso da corrupção é inútil e
vazio, se não levarmos em consideração o
número de parasitas que se proliferam dentro
do organismo do Estado Brasileiro, e geram um
desastre no sistema político, econômico e
social da nação de maneira assustadora.
Recife (PE), 25 de Janeiro de 2026.
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DR. SÉRGIO MEDEIROS DE ALMEIDA, Advogado em Pernambuco e Paraíba. OAB – 14.466 – D











