Com Informações da Rede Record – Camila Nogueira, uma servidora pública de 38 anos de Pernambuco, entrou no hospital para realizar duas cirurgias simples e saiu em estado vegetativo. O caso ocorreu há cinco meses e está sendo investigado por suspeita de erro médico. A família busca justiça enquanto lida com a ausência da mãe e esposa.
No dia 27 de agosto, Camila passou por cirurgias para correção de hérnia inguinal e retirada da vesícula biliar após exames indicarem cálculos biliares. Apesar das condições de saúde satisfatórias e do risco baixo das cirurgias, surgiram complicações inesperadas.
De acordo com o marido de Camila, que é médico, ela sofreu uma parada cardíaca ao final da cirurgia na vesícula, inicialmente atribuída a um choque anafilático. No entanto, uma perícia revelou que Camila estava em apneia por 18 minutos após receber anestesia, momento crítico que os médicos não perceberam.
Denúncias foram feitas contra as três médicas envolvidas: a anestesista, a cirurgiã principal e a assistente. O Conselho Regional de Medicina já iniciou investigações formais sobre possíveis falhas profissionais.
Enquanto isso, a Rede D’or (Hospital Esperança Recife), afirma estar prestando o suporte necessário desde que tomou conhecimento da intercorrência. A família ainda aguarda respostas claras sobre a responsabilidade e as medidas preventivas a serem adotadas para evitar situações semelhantes.












