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Home Justiça

Matéria do Brasil 247 expõe possível arapongagem do Governo Raquel contra Álvaro Porto

Por Redação
18/05/2026 - 16:08
Governo Raquel teria espionado Álvaro Porto, revela reportagem

Governo Raquel teria espionado Álvaro Porto, revela reportagem

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Por Danilo Duarte – O portal nacional Brasil 247 trouxe uma bomba agora. O site publicou um relatório da Secretaria de Defesa Social (SDS) que expõe uma possível arapongagem do Governo contra o chefe de um poder, no caso o Legislativo.

O presidente da Alepe, Álvaro Porto, afirmou a interlocutores que teve sua vida devastada pela polícia de Raquel Lyra sem autorização judicial. E vai fazer um discurso muito duro no plenário da Alepe daqui a pouco.

Leia a reportagem:

Um relatório produzido pela Secretaria de Defesa Social de Pernambuco (SDS) ampliou a crise política entre o governo Raquel Lyra e a Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).

O documento, com data de 1 abril de 2026 e elaborado pelo Centro Integrado de Inteligência de Defesa Social (CIIDS) a pedido do secretário Alessandro Carvalho, associa o presidente da Alepe, Álvaro Porto, ao ambiente de risco enfrentado pelo jornalista Manoel Medeiros, ex-assessor da governadora e figura central das denúncias sobre um suposto “gabinete do ódio” instalado no Palácio do Campo das Princesas.

A informação consta em relatório técnico da própria SDS, obtido a partir de documento oficial do governo estadual. O texto afirma que os “desentendimentos entre ele e o Deputado Estadual ALVARO PORTO” foram as principais circunstâncias que levaram Manoel Medeiros a solicitar proteção policial e medidas protetivas.

O episódio ganha contornos ainda mais delicados porque a própria estrutura de inteligência da SDS já é alvo de questionamentos e investigações sobre suposto uso político de monitoramento estatal em Pernambuco. Nos bastidores, a elaboração do relatório vem sendo interpretada como mais um capítulo da escalada institucional envolvendo setores do governo estadual e adversários políticos da gestão Raquel Lyra.

O jornalista Manoel Medeiros
O jornalista Manoel Medeiros

Relatório detalha trajetória política de ex-assessor

O documento reconhece que Manoel Medeiros possui ligação histórica com o grupo político da governadora Raquel Lyra e da vice-governadora Priscila Krause. Segundo o relatório, ele trabalhou durante 11 anos ao lado de Priscila, acompanhando a atual vice-governadora em diferentes partidos e funções públicas.

Na estrutura do atual governo, Manoel ocupou cargos estratégicos antes de deixar o Palácio do Campo das Princesas em meio ao escândalo. O relatório aponta que ele atuou como assessor especial do gabinete da governadora e também como secretário executivo de Informações Estratégicas.

A origem da crise remonta a agosto de 2025, quando Álvaro Porto subiu à tribuna da Alepe acusando Manoel Medeiros de comandar uma “milícia digital” ou “gabinete do ódio” a partir do Palácio do Campo das Princesas. Segundo o relatório da SDS, o então presidente da Assembleia afirmou que a Superintendência de Inteligência Legislativa (SUINT) teria identificado o assessor usando computadores de uma lan house no Recife para realizar denúncias anônimas contra parlamentares da oposição, especialmente contra a deputada Dani Portela.

Exoneração aprofundou embate político

Após a repercussão do caso, Manoel Medeiros pediu exoneração do governo estadual em 21 de agosto de 2025. O próprio relatório registra que ele confirmou ter realizado denúncia anônima, alegando ter agido “no exercício legal de sua cidadania e ofício jornalístico”.

O jornalista também acusou a Alepe de promover “violência política” e de realizar uma “arapongagem” ilegal contra sua vida pessoal “com o uso da máquina pública, sem autorização judicial”.

Em depoimento à equipe de inteligência da SDS, Manoel relatou episódios que considera intimidatórios. O relatório menciona que ele afirmou ter sido alvo de investigação inconstitucional após ser filmado em uma lan house no Shopping RioMar. O documento também registra a fala atribuída ao ambiente de confronto político: “vocês não sabem com quem mexeram”, frase citada como manifestação hostil no plenário da Alepe.

SDS faz levantamento sobre armas e processos de Álvaro Porto
Um dos pontos que mais chamaram atenção nos bastidores políticos foi o nível de aprofundamento das informações levantadas pela inteligência da SDS sobre Álvaro Porto. O relatório informa que o deputado possui cinco armas de fogo registradas: “3 (três) pistolas, 1 (uma) espingarda e 1 (um) revolver”.

A inteligência da SDS também listou ocorrências policiais e ações judiciais envolvendo o presidente da Alepe. Segundo o documento, foram identificados três registros relacionados a crimes de ameaça, incluindo um envolvendo o próprio Manoel Medeiros.

Além disso, o relatório aponta a existência de 33 processos judiciais ligados a Álvaro Porto, “a maioria na esfera cível, alguns tratando de Abuso de Poder”.

Jornalista denuncia intimidação e investigação inconstitucional em relato à SDS
Jornalista denuncia intimidação e investigação inconstitucional em relato à SDS

Inteligência da SDS mapeou rotina pessoal do jornalista

Outro aspecto que provocou desconforto político foi o detalhamento das vulnerabilidades pessoais de Manoel Medeiros. O relatório descreve hábitos cotidianos do jornalista, incluindo caminhadas diárias no Parque da Jaqueira e deslocamentos a pé até uma academia da rede SmartFit.

O documento também informa que o veículo utilizado pelo jornalista não possui blindagem e destaca que ele não utiliza arma de fogo, colete balístico ou segurança privada.

A produção desse tipo de mapeamento pela inteligência estadual reforçou críticas nos bastidores sobre o possível uso político da máquina de segurança pública em Pernambuco. Em meio ao desgaste do governo Raquel Lyra e ao avanço das disputas antecipadas pela sucessão estadual, o caso aprofunda a tensão entre o Palácio do Campo das Princesas e a cúpula da Alepe.

Polícia Militar não identificou ameaças concretas

Apesar do tom alarmante do relatório, a própria Polícia Militar informou oficialmente que não identificou ameaças concretas contra Manoel Medeiros. O documento afirma que “não foram identificadas até a presente data, ameaças em desfavor do citado Jornalista”.

A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (SEAP) também declarou não ter encontrado indícios de planos criminosos contra o ex-assessor de Raquel Lyra. Segundo o texto, não foram obtidos “dados relacionados a fatos novos que pudessem configurar ameaças”.

Mesmo assim, o relatório sustenta a existência de ambiente hostil baseado em mensagens publicadas por perfis falsos nas redes sociais. Entre os exemplos citados aparecem ameaças como “você vai ter uma surpresa semana que vem” e “acabou pra tu”.

Relatório amplia suspeitas sobre uso político da inteligência estatal

A elaboração do relatório pela SDS pode ser interpretado como parte de um procedimento técnico previsto em norma interna para avaliar riscos e vulnerabilidades de pessoas que alegam estar sob ameaça. Nesse contexto, seria atribuição da SDS levantar informações sobre conflitos, exposição pública, rotina pessoal e possíveis fatores de risco envolvendo Manoel Medeiros, especialmente após as denúncias de “arapongagem” e o acirramento político em torno do caso. A própria natureza do cargo ocupado anteriormente por Medeiros no governo Raquel Lyra ajuda a explicar o interesse institucional na produção do documento.

Ainda assim, o relatório provocou forte reação política porque extrapola aspectos estritamente preventivos e reúne informações sensíveis sobre o presidente da Alepe, Álvaro Porto, como registros policiais, processos judiciais e armas de fogo registradas. O fato de a Polícia Militar e a Secretaria de Administração Penitenciária afirmarem não ter identificado ameaças concretas reforçou críticas de que a estrutura de inteligência da SDS pode ter sido utilizada dentro de uma disputa política entre o Palácio do Campo das Princesas e adversários da gestão Raquel Lyra.

Embate entre Palácio e Alepe agravou tensão política em Pernambuco

A crise entre o presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto, e a governadora Raquel Lyra já vinha se intensificando nos bastidores políticos antes mesmo da divulgação do relatório da SDS. Nos últimos meses, Executivo e Legislativo protagonizaram sucessivos embates em torno da tramitação do Orçamento estadual, vetos do governo e disputas por espaço político dentro da Assembleia. Álvaro Porto passou a assumir postura cada vez mais independente em relação ao Palácio do Campo das Princesas, acumulando atritos públicos e institucionais com a gestão estadual.

O cenário se agravou com a aproximação da disputa eleitoral de 2026 e o avanço do isolamento político do governo na Alepe. Nos bastidores, aliados de Raquel Lyra enxergam Álvaro Porto como um dos principais focos de resistência ao governo dentro do Legislativo, enquanto setores próximos ao deputado acusam o Executivo de tentar utilizar estruturas do Estado para pressionar adversários políticos. A divulgação do relatório da SDS aprofundou ainda mais a tensão entre os dois grupos e ampliou o ambiente de desconfiança entre o Palácio e a cúpula da Assembleia.

O Brasil 247 entrou em contato com a Secretaria de Comunicação de Pernambuco, enviou questionamentos sobre o relatório e mantém o espaço aberto para manifestação.

Tags: PernambucoRaquel Lyra
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