Do UOL — O candidato ao governo de Pernambuco pelo PSB, João Campos, denunciou o que classificou como uma prática de “arapongagem” e perseguição política conduzida pela gestão da governadora Raquel Lyra.
Segundo Campos, um rastreador foi instalado clandestinamente em um veículo oficial da prefeitura do Recife, monitorando um secretário municipal por 90 dias sem qualquer ordem judicial ou inquérito formal.
O político afirmou que a ação foi coordenada por delegados e pelo chefe de inteligência da Polícia Civil, sob o comando do secretário de Segurança Pública, que teria confessado o ato. Campos também destacou a existência de um suposto “gabinete do ódio” investigado pela Polícia Federal e pelo Supremo Tribunal Federal, vinculando as práticas a métodos autoritários e a uma aliança com a extrema-direita.











