Da Redação – No último domingo, 13 dos 27 estados, incluindo o Distrito Federal, tiveram debates com os principais candidatos a governador. Pernambuco não esteve entre eles, e provavelmente só verá confrontos de ideias (e memes) entre os postulantes na última semana.
Isso se deve a uma peculiaridade nesta eleição. Com a governadora Raquel Lyra (PSD) posta à prova com sua candidatura à reeleição, poucos partidos optaram por lançar nomes ao Executivo, e alguns optaram por priorizar a disputa pelo Senado.
Fora isso, dos sete candidatos ao Executivo, apenas três reúnem as condições das emissoras de televisão para participar de debates: ter representatividade no Congresso Nacional. No caso, apenas Raquel, João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL) cumprem o requisito. Guilherme Fonseca (PSTU), Professor Jeremias do Banco (Democrata), Professora Camila (UP) e Renan Hallais (Missão) não seriam convocados.
O último ponto é a corrida pelas pesquisas. Com a governadora liderando, a tendência é se expor o menos possível, deixando para os debates da última semana na TV Globo (provavelmente em 29 de setembro) e TV Jornal (em 1º de outubro). Serão respectivamente na terça e quinta-feira anteriores à eleição do domingo, 4 de outubro.
A estratégia da governadora, vale salientar, também pode vir a ser adotada por João Campos, caso ele vire nas pesquisas, o que não tem acontecido. Desde maio, Raquel se consolidou na liderança nos levantamentos de todos os institutos considerados sérios. Em alguns, acima da margem de erro, mas na maior parte deles ela fica numericamente a frente em empate técnico com o socialista.
Resta aguardar se as nuvens da política mudarão as estratégias dos seus atores.










