Da Redação – Em nota enviada ao nosso Blog, a Casa de Saúde Nossa Senhora do Perpétuo Socorro destacou que presta serviços de alta complexidade à rede estadual de saúde há 55 anos, tendo atuado durante as gestões de 15 governadores diferentes. Todas as contratações foram realizadas dentro da legalidade, sem interferência política, e sempre tiveram como único objetivo garantir atendimento à população pernambucana.
Nos últimos anos, a instituição foi submetida a diferentes auditorias e procedimentos de fiscalização de praxe, incluindo análises do TCE-PE e do Denasus, sem que fossem apontadas irregularidades graves ou prejuízo ao erário. Mesmo diante de questionamentos recorrentes de natureza política, a Casa de Saúde permanece à disposição dos órgãos de controle, atuando com transparência, respeito às normas legais e compromisso permanente com a qualidade da assistência prestada aos pernambucanos.
Segundo outras informações que chegaram ao blog a unidade teve seu maior faturamento junto à administração estadual registrado em 2022, justamente quando o governador era Paulo Câmara, na época filiado ao PSB. O credenciamento da hemodiálise, por exemplo, ocorreu na gestão do ex-governador Miguel Arraes.
De acordo com os registros dos pagamentos no Portal da Transparência de Pernambuco, enquanto em 2022 os serviços realizados pela Casa de Saúde refletiram em pagamentos que totalizaram R$ 36,1 milhões, no primeiro ano da administração Raquel Lyra/Priscila Krause esse valor caiu para R$ 27,6 milhões, redução de 24%.
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O registro não sustenta a hipótese de privilégio à unidade e demonstra que a relação da gestão com o Hospital de Garanhuns atendeu à mesma lógica da própria gestão, que passou o primeiro ano cortando despesas e organizando as contas.
O que dizem nos bastidores é que o histórico e a contextualização da contratação têm sido ignorados pelos deputados filiados ao PSB, que tentam requentar pela quarta vez a mesma denúncia, já avaliada pelo Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) em 2024 por meio de processo de medida cautelar e posteriormente em 2025 com a conclusão de auditoria especial – ainda não julgada.
A narrativa dá a entender que o hospital foi contratado apenas após a vice-governadora ter tomado posse. Na época, a prestação de serviços ao estado já tinha 52 anos.
De acordo com fontes ligadas ao governo, a narrativa dos parlamentares estaduais também relata que a governadora teria repassado a partir de pagamentos por ela assinados recursos à unidade, o que também não procede, já que a governadora e vice não são ordenadoras de despesas e todos os pagamentos atenderam à ordem cronológica de pagamentos e responderam às demandas administrativas correntes da Secretaria Estadual de Saúde.
Os parlamentares da bancada de oposição, que agora repercutem um pedido de informação à Polícia Federal, assinados por eles próprios, para ter notícia sobre o andamento de denúncia protocoladas pelo grupo, já tentaram suspender os serviços da unidade, incluindo hemodiálise e quimioterapia, por meio de medida cautelar negada pelo TCE-PE, lembra um parlamentar governista.
A guerra da eleição de 2026 está apenas começando e nós vamos contar tudo pra você.










