Blog do Ricardo Antunes
  • Opinião
  • Brasil
  • Política
  • Lei & Ordem
  • Pernambuco
  • Economia
  • Educação
  • Ciências
  • Esportes
  • Cultura
  • Eventos
  • Tecnologia
Sem Resultados
Ver todos os resultados
APOIE
Blog do Ricardo Antunes
  • Opinião
  • Brasil
  • Política
  • Lei & Ordem
  • Pernambuco
  • Economia
  • Educação
  • Ciências
  • Esportes
  • Cultura
  • Eventos
  • Tecnologia
Sem Resultados
Ver todos os resultados
Blog do Ricardo Antunes
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Quem Somos
  • Quem é Ricardo Antunes
  • Apoie
  • Newsletter
  • Arquivo
  • Fale Conosco
  • Termos de Uso
Home Política

Antes de encontro com Bolsonaro, Paulo Câmara defende aliança com Lula e chama governo do presidente de “desastre”

Ricardo Antunes Por Ricardo Antunes
03/09/2021 - 16:24
A A
CompartilharTweetarWhatsApp

Do Blog de Jamildo — O governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), disse acreditar que as divergências recentes entre PSB e PT serão superadas para um enfrentamento ao presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. Paulo Câmara ainda indicou que, no momento, apenas Lula tem condições de vencer o presidente da República nas urnas. O governador defendeu a formação de uma frente de oposição e disse que apoiar o impeachment de Dilma foi um erro e que o governo federal é um desastre.

Apesar do embate travado em 2020 na disputa pela Prefeitura do Recife, com um segundo turno entre João Campos (PSB) e Marília Arraes (PT), o governador acredita que as divergências entre as siglas serão superadas para encarar Bolsonaro. Na campanha eleitoral do ano passado, o PSB fez duras críticas ao PT e estimulou o antipetismo no eleitorado para sair vitorioso no pleito. João Campos ainda disse à Marília que “era estranho uma candidata do PT falando de corrupção”.

“Desde a redemocratização, o PSB caminhou muito mais ao lado do PT do que como oposição. Em 2018, na minha reeleição, o PT estava nos apoiando. A gente tem tido esse cuidado de conversar com os partidos progressistas, que estão conscientes da grande tarefa para 2022 que é combater a forma como o Brasil vem sendo administrado. O PT tem clara a posição de oposição ao governo Bolsonaro. Nós também”, disse o governador Paulo Câmara.

Paulo Câmara, Lula e João Campos no Recife em agosto de 2021

“Há uma diretriz do PSB de só discutir alianças em 2022. Mas as portas estão abertas. Não apenas ao PT, mas a todos os partidos do campo progressista que queiram conversar sobre um Brasil melhor. A aliança com o PT é uma das alternativas. A possibilidade de aliança com o presidente Lula é real. Ele continua sendo o político mais popular no Nordeste. Aqui ele é imbatível. O que vai nos unir em 2022 é tirar o presidente Bolsonaro do poder e mudar tudo que está acontecendo no Brasil”, afirmou.

No dia 15 de agosto, Paulo, que tem sido o principal interlocutor de Lula dentro do PSB, recebeu o ex-presidente para um jantar no Palácio do Campo das Princesas, sede do Governo de Pernambuco. O prefeito do Recife, João Campos (PSB), também esteve presente, além de deputados federais do PSB e integrantes das direções nacional e local do PT.

Desde que o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou as condenações de Lula na Operação Lava Jato por incompetência da Justiça de Curitiba para julgá-lo e declarou a parcialidade do ex-juiz Sergio Moro ao julgar o ex-presidente, PSB e PT têm se reaproximado. A candidatura de Lula é prioridade para o PT, que, com isso, prefere fechar alianças nos estados abrindo mão de eventuais candidatos a governador. No estado, os petistas poderão apoiar o postulante do PSB, que tende a ser o ex-prefeito do Recife Geraldo Julio, atual secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, embora ele tenha negado que será candidato.

Na entrevista, Paulo Câmara ainda teceu elogios aos governos de Lula, que tiveram apoio do PSB entre 2003 e 2010. Eduardo Campos, inclusive, foi ministro da Ciência e Tecnologia no primeiro mandato.

Ricardo Heráclio passou pelo PFL e pelo PSB onde foi suplente de Eduardo Campos
Ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos foi ministro de Lula

“A candidatura do Lula é uma opção contra a forma como o Brasil vem sendo administrado. O país fez avanços importantes durante os governos do ex-presidente. A desigualdade na Região Nordeste foi diminuída nesse período. Houve obras estruturantes e uma preocupação efetiva com a redução da pobreza, além de políticas públicas que chegavam a todos. Houve claramente ações de crescimento do país e respeitabilidade internacional — o que não existe mais”, frisou.

O governador de Pernambuco ainda disse que há espaço para surgimento de uma candidatura alternativa a Bolsonaro e a Lula. Até o momento, um nome da “terceira via” não decolou e nem tem aceitação de expressiva parcela do eleitorado nas pesquisas de intenção de voto.

“O senhor acredita numa alternativa aos dois (Bolsonaro e Lula), a chamada terceira via? Sempre há espaço para a apresentação de candidaturas. A história recente do Brasil mostra isso. Algumas surgiram de repente e outras são fruto de discussão. Lula foi eleito presidente depois de disputar e perder três eleições. Fernando Henrique Cardoso foi eleito a partir de experiência no Ministério da Fazenda com o Plano Real. Bolsonaro foi eleito dentro do ambiente conturbado que estava no Brasil. Evidentemente que pode surgir uma terceira via”, disse Paulo Câmara.

Sobre o governo Bolsonaro, Paulo classificou como “um desastre”. “É um absoluto retrocesso, um desastre. Não há mais política de educação. A saúde foi esse desastre que a pandemia mostrou. São quase 600 000 vidas perdidas. Segurança também é assunto que não existe no âmbito federal. E não há pautas que pensem a economia a curto, médio e longo prazo. Todos sabemos que a economia é muito baseada em expectativas. O Brasil vive expectativas negativas. Vivemos um momento muito difícil e que vai exigir esforço em 2022 para unificar este país contra o atual governo. Destruir é muito fácil e rápido”.

Brasil passa por grave crise hídrica, energética e sanitária

Confira a entrevista do governador na íntegra à “Veja”:

O PSB estará ao lado do PT nas eleições do ano que vem?

Desde a redemocratização, o PSB caminhou muito mais ao lado do PT do que como oposição. Em 2018, na minha reeleição, o PT estava nos apoiando. A gente tem tido esse cuidado de conversar com os partidos progressistas, que estão conscientes da grande tarefa para 2022 que é combater a forma como o Brasil vem sendo administrado. O PT tem clara a posição de oposição ao governo Bolsonaro. Nós também.

Quais são as dificuldades para estabelecer desde já essa aliança?

Há uma diretriz do PSB de só discutir alianças em 2022. Mas as portas estão abertas. Não apenas ao PT, mas a todos os partidos do campo progressista que queiram conversar sobre um Brasil melhor. A aliança com o PT é uma das alternativas. A possibilidade de aliança com o presidente Lula é real. Ele continua sendo o político mais popular no Nordeste. Aqui ele é imbatível. O que vai nos unir em 2022 é tirar o presidente Bolsonaro do poder e mudar tudo que está acontecendo no Brasil.

O senhor acredita na inocência do presidente Lula?

Os processos dele foram anulados. O necessário agora é fazer o que a Justiça determinou: que sejam iniciadas as apurações, sem contaminação, seguindo o que diz a lei. Agora o ex-presidente vai ter todo o direito de defesa, que não deram a ele antes. A parcialidade do ex-juiz Sergio Moro foi demonstrada e reconhecida pela Justiça.

Tudo o que a Lava-Jato descobriu sobre corrupção envolvendo o ex-presidente, portanto, deve ser desconsiderado?

Os processos judiciais é que vão dizer. Algumas ações já foram arquivadas e outras estão no mesmo caminho. É preciso imparcialidade e respeito aos ritos da Justiça, como aconteceria com qualquer cidadão e como a Constituição preconiza.

O PSB apoiou e votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff. Isso não é uma contradição?

No meu entendimento, não do PSB, o impeachment não fez bem para o Brasil. Com a assunção do presidente Temer não houve a pacificação. Houve apenas uma mudança de rota fruto de um processo que terminou sem resultar em melhoria do país. O país piorou com a chegada do Temer. E a gente vê também que foi um processo traumático e o crime de responsabilidade que tanto foi propagado não se configurou. O partido sempre teve discussões em relação a isso. Aqui em Pernambuco já fizemos esse debate e acreditamos que o impeachment da presidente Dilma foi ruim para o Brasil.

Quais os argumentos para convencer o eleitor a dar uma segunda chance a Lula e ao PT?

A candidatura do Lula é uma opção contra a forma como o Brasil vem sendo administrado. O país fez avanços importantes durante os governos do ex-presidente. A desigualdade na Região Nordeste foi diminuída nesse período. Houve obras estruturantes e uma preocupação efetiva com a redução da pobreza, além de políticas públicas que chegavam a todos. Houve claramente ações de crescimento do país e respeitabilidade internacional — o que não existe mais.

Qual a avaliação que o senhor faz do governo Bolsonaro?

É um absoluto retrocesso, um desastre. Não há mais política de educação. A saúde foi esse desastre que a pandemia mostrou. São quase 600 000 vidas perdidas. Segurança também é assunto que não existe no âmbito federal. E não há pautas que pensem a economia a curto, médio e longo prazo. Todos sabemos que a economia é muito baseada em expectativas. O Brasil vive expectativas negativas. Vivemos um momento muito difícil e que vai exigir esforço em 2022 para unificar este país contra o atual governo. Destruir é muito fácil e rápido.

O senhor vê riscos à democracia?

É preocupante ver essas agressões contra o Supremo Tribunal Federal, governadores e prefeitos. Mas confiamos nos poderes constituídos e sabemos que, mesmo tendo uma pessoa que não está à altura do cargo de presidente, o país vai superar tudo isso. Depreciar a imagem pública de pessoas e instituições não encontrará eco na sociedade. O Brasil é maior que isso.

Parte da bancada do seu partido apoiou o voto impresso, defendido pelo presidente Bolsonaro. Isso não é outra contradição?

Quem defende pautas bolsonaristas está fora de sintonia com o que pensa o PSB. Aqui não é lugar para pessoas que pensem desse jeito. O PSB é um partido progressista, que sempre lutou por liberdade e justiça, pela pauta de direitos humanos. Quem acha que pode flertar com o bolsonarismo ou com qualquer ação autoritária pode ter certeza de que o caminho não é pelo PSB. Pessoas que insistem em continuar defendendo esse tipo de pauta no PSB com certeza não vão ter lugar.

Até que ponto a politização das polícias militares preocupa?

Essa questão da politização é grave e nós, governadores, devemos estar muito atentos. É um risco, uma ameaça. Em Pernambuco, tratamos essa questão de maneira muito clara e rígida junto aos comandos. Não vamos admitir a politização e isso está sendo colocado claramente para todos os comandantes.

Mas um dos casos mais emblemáticos ocorreu justamente em Pernambuco, onde duas pessoas foram atingidas por tiros de bala de borracha durante uma manifestação contra o governo Bolsonaro. Essa ação foi desastrosa, não obedeceu a nenhum tipo de padrão operacional e deixou duas pessoas com lesões permanentes. Tivemos o cuidado de apurar tudo, afastamos os envolvidos e fizemos alterações no alto-comando. Ficou muito claro nesse episódio que nossa gestão não vai admitir que a polícia extrapole suas prerrogativas. Esses fatos não podem se repetir. Não podemos afirmar, porém, que isso que aconteceu no Recife tenha sido uma ação influenciada pela extrema direita ou por grupos ligados ao bolsonarismo.

O senhor diz que o Nordeste é lulista. O Auxílio Brasil não pode inverter essa tendência? Esse Auxílio Brasil é uma ideia do governo federal para de alguma forma influenciar as eleições de 2022. A população não quer migalhas e auxílio, quer emprego e possibilidade de os filhos estudarem. E gestores que tenham cuidado com a saúde da população. O que se tem de discutir no Brasil não é apenas a instalação do auxílio, que é importante e necessário neste momento que estamos vivendo com o desemprego, o aumento da fome e da miséria. Torna-se necessário discutir também a porta de saída, e a gente não vê nenhuma discussão. O governo não fez estudo ou debate, não conversou com ninguém. Não procurou alternativas que vislumbrassem o que a população realmente quer: emprego e serviços públicos de qualidade.

A pandemia vai influenciar no resultado das urnas? São quase 600 000 vidas perdidas. Todos conhecemos pessoas que infelizmente não resistiram. Hoje vemos uma conscientização maior sobre o uso de máscaras, o respeito ao distanciamento social e aos horários restritos. A pandemia está muito viva na vida das pessoas. E as marcas dela também. Esse é um debate que não pode estar ausente em 2022 diante da gravidade da Covid. A gente tem de ter a responsabilidade de contar a verdade desse processo, o que poderia ter sido feito e não foi, todas as omissões que ocorreram. Isso vai estar presente, não tem como não estar, apesar da vacina. A gente tem de ter a responsabilidade, como gestor público, de nunca mais deixar acontecer fatos graves como vimos no Brasil neste período.

O senhor acredita numa alternativa aos dois (Bolsonaro e Lula), a chamada terceira via? Sempre há espaço para a apresentação de candidaturas. A história recente do Brasil mostra isso. Algumas surgiram de repente e outras são fruto de discussão. Lula foi eleito presidente depois de disputar e perder três eleições. Fernando Henrique Cardoso foi eleito a partir de experiência no Ministério da Fazenda com o Plano Real. Bolsonaro foi eleito dentro do ambiente conturbado que estava no Brasil. Evidentemente que pode surgir uma terceira via.

O senhor defende a criação de uma frente de oposição?

O adversário em 2022 é Jair Bolsonaro. Isso é muito claro. Vamos estar abertos a discussões contra a forma como o Brasil vem sendo administrado, até porque a gente entende que está claro o mal que o presidente tem feito ao povo brasileiro. O PSB tem muito a contribuir no debate em 2022, seja em aliança com o PT ou o PDT, seja em movimentos que possa realizar. Temos de ter a capacidade de fazer uma grande frente pela civilidade, pelos valores democráticos e pela melhoria da vida do povo com políticas públicas inclusivas. Não tenho dúvida de que derrotar o presidente Jair Bolsonaro e todos aqueles que o apoiam é uma causa em favor do povo brasileiro e das futuras gerações. O que não podemos admitir é o Brasil continuar mais quatro anos sendo governado desta forma, no improviso, sem planejamento, com políticas públicas que têm feito mal à população.

Tags: Paulo CâmaraPSBPT
Compartilhar30Tweet19Enviar
Ricardo Antunes

Ricardo Antunes

Ricardo Antunes é jornalista, repórter investigativo e editor do Blog do Ricardo Antunes. Tem pós-graduação em Jornalismo político pela UnB (Universidade de Brasília) e na Georgetown University (EUA). Passou pelos principais jornais e revistas do eixo Recife – São Paulo – Brasília e fez consultoria de comunicação para diversas empresas públicas e privadas.

Matérias relacionadas

PT fecha com João Campos para 2026 e confirma Humberto Costa na chapa

PT de Pernambuco declara apoio a João Campos para o Governo do Estado em 2026

Da Redação do Blog - O Partido dos Trabalhadores de Pernambuco bateu o martelo: vai caminhar ao lado do prefeito do Recife, João Campos (PSB), na disputa pelo...

Leia MaisDetails

João Campos vai evitar colocar Paulo Câmara e Geraldo Júlio em seu guia eleitoral

João Campos afasta Geraldo Júlio e Paulo Câmara de sua campanha

Por Ricardo Antunes - O marketing do prefeito João Campos (PSB) já decidiu: duas das principais figuras ligadas ao partido, o ex-prefeito Geraldo Júlio e o ex-governador Paulo...

Leia MaisDetails

Teresa Leitão nega acordo para que o ex-deputado Silvio Costa assuma o Senado

Teresa Leitão (PT) e o ex-deputado Silvio Costa (Republicanos)

Por Ricardo Antunes - A senadora Teresa Leitão (PT) negou a diversos correligionários de sua base política a possibilidade de se licenciar do mandato para que o ex-deputado...

Leia MaisDetails

Segurança pública lidera preocupações em pesquisa interna do PT

O presidente Lula (PT).

Do Metrópoles - Os últimos trackings do PT, como são chamadas as pesquisas internas contratadas pelos partidos, trouxeram um alerta para o presidente Lula em relação a uma...

Leia MaisDetails

Indicado por Lula, Paulo Câmara retorna à presidência do BNB

O Ex-governador de Pernambuco, Paulo Câmara, e Lula (PT).

Do Diário do Nordeste - O economista e ex-governador de Pernambuco, Paulo Câmara, está voltando à presidência do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). A indicação para o...

Leia MaisDetails
Próximo Artigo

Fabricante de ivermectina é proibida pela justiça de indicar medicamento para tratamento da Covid-19

Por favor, faça login para comentar

Governo PE

Suape

Ipojuca

Empetur

São Lourenço da Mata

Governo PE

CATEGORIAS

  • Brasil
  • Ciências
  • Cultura
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Eventos
  • Internacional
  • Lei & Ordem
  • Opinião
  • Pernambuco
  • Política
  • Tecnologia
Assine nossa lista para receber atualizações diárias diretamente em sua caixa de entrada!

Blog do Ricardo Antunes

Ricardo Antunes - Debates, polêmicas, notícias exclusivas, entrevistas, análises e vídeos exclusivos.

CATEGORIAS

  • Brasil
  • Ciências
  • Cultura
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Eventos
  • Internacional
  • Lei & Ordem
  • Opinião
  • Pernambuco
  • Política
  • Tecnologia

ASSUNTOS

Alexandre de Moraes Bolsonarismo Brasília Carnaval Coronavírus corrupção Covid-19 DEM Donald Trump Eleições Eleições 2020 Eleições 2022 Esporte EUA Fake News Fernando de Noronha Futebol Internacional Investigação Jair Bolsonaro João Campos Justiça Lava Jato Marília Arraes MDB Olinda operação Paulo Câmara PL polícia cívil Polícia Federal PSB PSDB PT Raquel Lyra Ricardo Antunes Rio de Janeiro Saúde Senado Sergio Moro STF São Paulo União Brasil Vacina Violência

© 2024 Ricardo Antunes - Todos Direitos Reservados

Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Opinião
  • Brasil
  • Política
  • Lei & Ordem
  • Pernambuco
  • Economia
  • Educação
  • Ciências
  • Esportes
  • Cultura
  • Eventos
  • Tecnologia

© 2024 Ricardo Antunes - Todos Direitos Reservados

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.
Are you sure want to unlock this post?
Unlock left : 0
Are you sure want to cancel subscription?