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Home Política

Bolsonaro defende política econômica de Macri e diz que Argentina e Brasil não podem voltar à corrupção

Por Ricardo Antunes
21/09/2019 - 17:28
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Com informações do O Globo

RIO — Em entrevista ao jornal argentino La Nación, dias antes de sua primeira viagem oficial a Buenos Aires , o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro , voltou a criticar a ex-presidente Cristina Kirchner e expressou seu apoio à reeleição de Mauricio Macri , apesar da crise econômica que assola o país vizinho.



— Argentina e Brasil não podem retornar à corrupção do passado, a corrupção desenfreada pela busca do poder. Contamos com o povo argentino para escolher bem seu presidente em outubro — disse o presidente brasileiro, em uma entrevista no Palácio do Planalto, na qual também falou de sua eleição , da investigação envolvendo seu filho Flavio Bolsonaro e da reforma da Previdência . — Torcemos para que o povo argentino escolha um candidato de centro-direita, como o Brasil, e também o Paraguai, o Chile, o Peru e a Colômbia.

Bolsonaro lembrou a proximidade de Cristina Kirchner a Lula e Dilma Rousseff, mas se esquivou de dizer se acredita que a ex-chefe de Estado argentina é ou não corrupta. Em plena campanha, Cristina vem sendo julgada por suposto envolvimento em uma associação ilícita para favorecer o empresário Lázaro Báez, ligado aos Kirchner, em concessões para obras viárias, mas alega que o julgamento é uma “perseguição política”.

— Quem dirá é a Justiça argentina. Aqui não temos dúvidas sobre Lula.

O presidente brasileiro também falou sobre a mediação da crise venezuelana, e disse não acreditar que as negociações que acontecem entre representantes do governo e da oposição na Noruega tenham resultados.

— A fraqueza de Maduro torna mais forte a ditadura na Venezuela. Há ali células do grupo Hezbollah, mlícias, coletivos… Então, Maduro não é quem manda. Maduro é hoje um fantoche na Venezuela. Tem que haver uma rachadura na liderança do Exército venezuelano. Até que isso aconteça, essa questão não termina. O grande problema é que o regime pode transformar-se em uma Coreia do Norte sem bomba atômica; os russos também têm participação ali, porque há petróleo e ouro.

Questionado sobre as críticas à sua visita aos Estados Unidos, ele negou que tenha mostrado submissão ao presidente americano, Donald Trump:

— Qual foi o círculo de amigos do Brasil até um tempo atrás? Venezuela, Cuba, Bolívia. Qual é o nosso futuro? Sempre admirei os Estados Unidos e fiquei muito feliz com a vitória de Trump, torci por ele e fui aos Estados Unidos. Tudo o que propus a Trump e ele aceitou foram alianças. Precisamos buscar ciência, inovação e tecnologia. Eu também fui buscar isso em Israel.

Cooperação bilateral

Sobre a visita oficial que fará na semana que vem, Bolsonaro destacou que os governos brasileiro e argentino irão discutir medidas de cooperação bilateral.

— Temos diante de nós o acordo do Mercosul com a União Europeia (UE). Espero que tudo seja resolvido em breve, temos que ver ainda pequenos detalhes. Isso estimulará nossas economias. Estamos cientes de que podemos perder algumas coisas, mas, em termos gerais, será muito bom.



O presidente também foi questionado sobre suas declarações do passado a favor da tortura durante a ditadura brasileira, quando disse que os militares brasileiros deveriam ter matado 30 mil pessoas. Esse é justamente o número de mortos na Argentina, onde a ditadura foi a mais sanguinária do continente.

— Eu disse isso numa época em que eles estavam mentindo na comissão (Comissão Nacional da Verdade). A esquerda não fala sobre os que eles torturaram ou mataram, eles não responderam por isso. A Colômbia foi complacente com seus guerrilheiros e olha para os problemas que tem hoje. Não fomos complacentes com os guerrilheiros.

O repórter argentino voltou a perguntar se o presidente acreditava que o número de mortos mudou algo para melhor na Argentina, mas o presidente novamente se esquivou:

— Não, não. Tivemos a Operação Condor entre vários países e os militares daquela época impediram que o país caísse no comunismo; foi o que aconteceu. Quantas pessoas morreram ou desapareceram e por que razões? Que cada país escreva sua história.

Tags: Argentina
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Ricardo Antunes

Ricardo Antunes

Ricardo Antunes é jornalista, repórter investigativo e editor do Blog do Ricardo Antunes. Tem pós-graduação em Jornalismo político pela UnB (Universidade de Brasília) e na Georgetown University (EUA). Passou pelos principais jornais e revistas do eixo Recife – São Paulo – Brasília e fez consultoria de comunicação para diversas empresas públicas e privadas.

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