Da Redação do Blog – A aprovação da quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fabio Luis Lula da Silva, o Lulinha, pela CPMI do INSS, transformou o plenário em um cenário de caos e violência física. O requerimento, apresentado pelo relator Alfredo Gaspar (União-AL) com base em investigações da Polícia Federal sobre supostos repasses indiretos no esquema de fraudes da previdência, desencadeou uma briga generalizada entre parlamentares.
Durante a confusão, o deputado Rogério Correia (PT-MG) avançou contra o relator e empurrou Luiz Lima (Novo-RJ), que reagiu com socos, forçando a interrupção da sessão e o corte da transmissão da TV Senado pela Polícia Legislativa.
O centro da disputa política agora gira em torno da validade da votação simbólica. Enquanto o presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), proclamou o resultado favorável à quebra de sigilo alegando que apenas sete dos 31 presentes votaram contra, a base governista denuncia uma fraude deliberada na contagem.
A votação foi simbólica — dos 31 presentes, sete votaram contra, segundo contagem da presidência da CPMI. Já a base governista fala que 14 parlamentares titulares na CPMI se manifestaram contra a quebra dos sigilos do filho de Lula de um total de 21 votos válidos.
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Durante a confusão, o deputado Rogério Correia (PT-MG) avançou contra o relator e empurrou Luiz Lima (Novo-RJ), que reagiu com socos, forçando a interrupção da sessão e o corte da transmissão da TV Senado pela Polícia Legislativa. pic.twitter.com/xrvcYFXfXI
— Ricardo Antunes (@blogricaantunes) February 26, 2026












