Blog do Ricardo Antunes
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião
Blog do Ricardo Antunes
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião
Home Política

Embate digital marca a disputa entre Raquel Lyra e João Campos ao Governo de Pernambuco

Por Redação
04/08/2026 - 08:55
Redes sociais têm sido um campo de batalha acirrado em Pernambuco

Redes sociais têm sido um campo de batalha acirrado em Pernambuco

WhatsAppTweetarCompartilharEnviar por Email

De Vitor Tavares, da BBC News – Em uma entrega de equipamentos a policiais de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra (PSD) desceu de seu gabinete no Palácio do Campo das Princesas e resolveu correr.

Sem tirar o sapato de salto alto, deu a volta na Praça da República, no centro do Recife, enquanto anunciava para a câmera novos drones, fuzis e viaturas, deixando claro que seu “cardio estava em dia”.

O vídeo, do fim do ano passado, acumula mais de 3 milhões de visualizações e 120 mil curtidas no Instagram.

Correr se tornou uma das marcas das redes sociais da governadora, que tenta a reeleição e viu sua popularidade disparar — na internet e nas pesquisas eleitorais — nos últimos meses.

Nos seis primeiros meses do ano, Lyra ganhou proporcionalmente mais seguidores (+18%) no Instagram do que qualquer outro candidato ao governo dos Estados do Nordeste, segundo relatório da AtivaWeb Datalab, empresa de análise de dados focada no monitoramento do comportamento político.

Em 30 dias, entre março e abril, ela chegou a ganhar 76 mil seguidores — são 1,9 milhão hoje ao todo.

São números importantes para as ambições de Lyra em Pernambuco, onde as redes sociais têm se mostrado especialmente um campo de batalha acirrado.

Segundo o mesmo relatório, o Estado concentra 31% do número de seguidores em redes sociais ligadas aos candidatos nas eleições estaduais no Nordeste.

“É o centro da influência política digital nordestina”, analisa Alek Maracajá, diretor da empresa, que tem sede na Paraíba.

Contra Lyra, está João Campos (PSB), popular ex-prefeito do Recife reeleito em 2022 com quase 80% dos votos que conquistou seguidores pelo país pelo jeito jovem de engajar nas redes, das dancinhas ao cabelo platinado.

Campos segue como um dos políticos mais populares nas redes no país, sendo o candidato a governo estadual no Nordeste mais seguido no Instagram: são 3 milhões de pessoas.

Mas, enquanto Lyra vem numa crescente, Campos tem enfrentado desafios em um ambiente que ele sempre dominou. Segundo a Ativaweb, o ex-prefeito chegou a ter quedas em suas taxas de engajamento em 2026 — ou seja, a porcentagem de seus seguidores que comentam, curtem ou compartilham seus posts.

Segundo Maracajá, o comparativo técnico indica que Campos domina pelo tamanho e alcance nacional de sua rede, mas Lyra chegou a ter engajamento superior à do ex-prefeito. “João tem o tamanho. Raquel tem o momento”, cravou no relatório.

A temperatura digital nas eleições pernambucanas é tão alta que virou rotina a troca de acusações entre os candidatos.

Raquel Lyra tem sido acusada por adversários políticos locais de instrumentalizar uma “milícia digital” contra adversários nas redes sociais.

João Campos disse a jornalistas em junho que “tem sido atacado manhã, tarde e noite por uma verdadeira milícia digital, instrumentalizada de forma inorgânica, com presença de robôs, informações falsas e automatizadas”.

“Essa presença que já foi identificada, denunciada e hoje é apurada pela PF em Pernambuco”, disse Campos.

A Polícia Federal (PF) não confirmou a abertura da investigação e disse que não comenta apurações em andamento.

A acusação se soma ao caso de um assessor de Lyra flagrado numa lan house num shopping do Recife fazendo uma denúncia anônima contra uma deputada da oposição.

O presidente da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), Álvaro Porto (PSDB), disse na época que o caso mostrava uma “milícia digital” da governadora. O inquérito iniciado na Polícia Legislativa foi posteriormente anulado pela Justiça porque o juiz considerou que não cabia ao órgão investigar os fatos.

Em outro caso, o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a PF investigasse um suposto monitoramento ilegal realizado pela Polícia Civil de Pernambuco contra aliados de Campos.

Procurada, a campanha de Lyra não comentou as acusações específicas.

A governadora, por sua vez, também anunciou que recorreria à Justiça contra a guerra digital no Estado. À CNN Brasil, ela disse que “com crescimento nas pesquisas, tem recebido ataques de fake news”.

“Tenho sofrido ataques de quem não acreditava que uma mulher do interior, que foi prefeita e governadora, pudesse fazer um governo com entregas. A gente está fazendo um acionamento judicial contra perfis falsos, fake news e aqueles que buscam deturpar a realidade em busca de reocupar o poder”, declarou.

Na sexta-feira (31), a campanha de Lyra informou que entrou com ações na Justiça eleitoral com pedidos de investigação de uma suposta rede de desinformação da campanha adversária. As ações são acompanhadas de um dossiê apontando supostos aliados de Campos por trás de perfis nas redes sociais que direcionam ataques à governadora.

Em nota, a equipe da governadora disse que “não se trata de retórica de campanha. Trata-se de documentos.”

“A campanha levou à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público um conjunto de provas técnicas, entre ofícios de plataformas e de operadoras de telefonia, decisões judiciais e registros dos próprios processos, que apontam a existência de uma rede coordenada de perfis falsos operando contra a governadora nas redes sociais”, diz a nota à reportagem.

Procurada, a campanha de João Campos não comentou as acusações até a publicação desta reportagem.

Mas, em meio à disputa pelo Palácio do Campo das Princesas, o que está por trás da guerra de likes que tem balançado as previsões para as eleições de Pernambuco?

Estratégias digitais tem papel relevante nas eleições

O crescimento de Lyra e a ‘fórmula’ Campos

As pesquisas eleitorais divulgadas nas últimas semanas indicaram uma mudança importante no cenário da disputa entre Lyra e Campos.

Depois de aparecer atrás nas primeiras sondagens do ano, Lyra passou a liderar ou a empatar tecnicamente na liderança, enquanto Campos registrou queda nas intenções de voto.

Na pesquisa Genial/Quaest, divulgada em 28 de julho, Raquel Lyra aparece com 43% no primeiro turno, um crescimento de nove pontos desde a última pesquisa, de abril, contra 37% de João Campos, que caiu cinco pontos. No cenário de segundo turno, também houve inversão: Raquel foi de 38% para 45% (sete pontos a mais do que em abril), e João caiu de 46% para 39% (sete pontos menos).

Em agosto de 2025, portanto um ano atrás, a Quaest mostrava o então prefeito do Recife com 55%, enquanto a governadora tinha 24% — uma diferença de 31 pontos.

A Quaest também mostrou que a aprovação da governadora subiu de 62% para 68%.

O movimento de virada também foi captado pelo Instituto Datafolha. Em abril, num cenário com mais pré-candidatos, João Campos liderava com 50% no primeiro turno, contra 38% de Raquel Lyra.

Em maio, Lyra aparecia com 48%, enquanto Campos tinha 43%. Em 31 de julho, o Datafolha mostrou estabilidade no cenário, de 48% contra 42% no primeiro turno.

Mas até que ponto é possível relacionar o sucesso nas redes à melhora nas pesquisas?

Para o cientista político Túlio Velho Barreto, na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), no Recife, havia no Estado uma euforia inicial com a candidatura de João Campos, muito associada à construção de uma imagem de um jovem político pronto a “surfar muito bem nas ondas propiciadas pelas redes sociais”.

“A impressão era a de que a governadora Raquel Lyra seria incapaz de usar as redes sociais da mesma maneira. Tal avaliação está se mostrando incorreta ou precipitada”, avalia Barreto.

“A governadora conseguiu melhorar a sua comunicação, tanto institucional como pessoal, deixando a sua imagem mais palatável também frente ao eleitorado metropolitano.”

Raquel Lyra é de Caruaru, maior cidade do Agreste pernambucano, onde foi prefeita. Nas redes, ela, que é filha de João Lyra Neto, que governou Pernambuco por alguns meses, costuma usar sua posição de interiorana para criar mais relação com essa parte do Estado.

Já João Campos, filho do ex-governador Eduardo Campos e bisneto do ex-governador Miguel Arraes, tem sua base mais forte no Grande Recife, já que foi prefeito da capital.

Segundo o levantamento da Ativaweb, Lyra mantém sua base mais fiel nas redes no interior, mas tem crescido no Recife. Já Campos tem seguidores predominantes na capital e em cidades como Rio e São Paulo.

A jornalista Simone Graf, que pesquisa no mestrado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) a construção da imagem de Campos nas redes sociais, conta que nos últimos meses é possível observar uma “aproximação entre as estratégias digitais” dos candidatos rivais.

“Raquel Lyra passou a publicar conteúdos com linguagem mais leve, maior valorização da imagem pessoal, bastidores, vídeos curtos e uma edição bastante dinâmica, elementos que se tornaram característicos da comunicação digital de João Campos”, avalia Graf.

Para a jornalista, isso mostra que “determinados formatos de comunicação política acabam sendo apropriados por diferentes lideranças quando demonstram capacidade de gerar engajamento”.

Dentro do governo Lyra, conforme apuração da BBC News Brasil, a sensação é de que houve um avanço importante nas redes sociais da governadora do ano passado para cá.

Uma fonte ligada à campanha disse à BBC que a presença massiva de Campos nas redes durante a reeleição para prefeito no Recife, com uma projeção nacional, era enxergada “como um desafio”.

“O timing político dele era a reeleição em 2024. Ou seja, ele precisava crescer antes. Já esperávamos que ele fosse muito bem nesse período”.

A fonte argumenta que, a partir da segunda metade do governo, Lyra conseguiu mostrar seus projetos e suas entregas para a população. “Isso permitiu trabalhar uma comunicação mais direta. Até deixou a governadora mais tranquila para aparecer mais, circular mais”.

A avaliação é de que a estratégia de comunicação teve um “papel relevante” no crescimento da popularidade, mas apenas “porque o governo como um todo entrou em um ritmo diferente, voltado para as entregas”.

O cientista político Adriano Oliveira, professor da UFPE, também avalia que as redes sociais apenas refletem uma popularidade crescente da governadora entre a população, e não o contrário.

“Minhas pesquisas qualitativas mostraram desde o ano passado que a governadora iria crescer, porque existia um sentimento forte no eleitorado pernambucano de que ela estava trabalhando. Isso iria se refletir nas pesquisas desse ano”, analisa Oliveira.

Lyra também tem conseguido se equilibrar politicamente entre não se opor ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que mantém grande aprovação no seu Estado-natal, nem afastar o eleitor bolsonarista.

O candidato oficial do presidente em Pernambuco é João Campos, mas a governadora mantém uma boa relação com o petista. O presidente do PT no Recife, Osmar Ricardo, licenciou-se do comando do partido para apoiar Lyra, indo contra o próprio partido, que já acumulou no passado rusgas contra o PSB dos Campos-Arraes.

Do lado da direita, Lyra tem entre seus aliados todos os nomes do bolsonarismo pernambucano, mas tenta não se vincular à pauta da extrema-direita nem faz acenos de apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o rival de Lula melhor posicionado nas pesquisas, como mostra o Agregador da BBC News Brasil.

Na avaliação de Oliveira, a configuração nacional também não deve afetar o quadro em Pernambuco. “A disputa para o governo do Estado, em qualquer Estado da federação, é bem simples. Ela é guiada para verificar se o governador trabalha e tem entrega ou não”, diz.

Barreto, da Fundaj, ressalta ainda que, ao manter-se no cargo para uma disputa à reeleição, a governadora mantém todo o poder de quem tem a caneta à disposição em mãos.

“Ou seja, para nomear, distribuir recursos, o que é fundamental se considerarmos a medida da dependência financeira dos municípios”, completa.

Episódios de desgaste costumam provocar mudanças nas estratégias

O fenômeno João Campos pode ser parado?

Com a forte presença de João Campos nas redes sociais — seus 3 milhões de seguidores no Instagram superam em muito ex-prefeitos e prefeitos de capitais maiores como Eduardo Paes (PSD), do Rio, ou Ricardo Nunes (MDB), de São Paulo —, ele é apontado desde sua reeleição como candidato ao governo.

De uma tradicional família da esquerda pernambucana, ele demonstrou uma habilidade com o mundo digital que foi vista como um modelo a ser seguido, especialmente por políticos que não são alinhados à direita.

A jornalista Simone Graf, que acompanha esse processo, conta que a projeção nacional de Campos vem de uma mudança na forma como ele passou a se comunicar, especialmente durante o Carnaval de 2024.

“Ele incorporou uma linguagem muito próxima da cultura dos influenciadores digitais, utilizando humor, músicas, danças e referências à cultura popular recifense”, explica Graf. Assim, Campos entendeu a lógica das redes que privilegiam conteúdos com alto potencial de compartilhamento.

Mas, em dezembro de 2025, Campos viveu uma crise na sua imagem junto ao eleitorado pernambucano.

Causou muita repercussão o caso do concurso de procurador municipal do Recife, quando um candidato que ficou em 63º lugar acabou sendo nomeado por ele ao ser incluído na lista de candidatos com deficiência (PcD), após um diagnóstico tardio de autismo. A decisão retirou a vaga do candidato aprovado originalmente na cota PcD que aguardava nomeação havia mais de dois anos.

O nomeado era filho de uma procuradora do Tribunal de Contas de Pernambuco e de um juiz do Tribunal de Justiça estadual, o que alimentou suspeitas de favorecimento. Diante da repercussão negativa, a Prefeitura voltou atrás poucos dias depois.

Mesmo assim, o episódio gerou forte desgaste político para João Campos, motivando pedidos de investigação e uma tentativa de impeachment na Câmara do Recife que não foi para frente.

Segundo Graf, episódios como esse costumam provocar mudanças na estratégia de comunicação de políticos.

“Quando um episódio ganha ampla repercussão, especialmente após cobertura intensa da imprensa, é comum que as redes sociais deixem de ser apenas espaços de divulgação de agendas e passem a ser utilizadas para administrar narrativas e reconstruir a imagem pública”, diz a pesquisadora.

Na avaliação de Velho Barreto, somou-se a esse caso o fato de Campos deixar a Prefeitura do Recife em abril para se lançar candidato ao governo. Sem a máquina municipal na mão, “João Campos deixou de ter um lugar privilegiado para se expor ao eleitorado”. Isso é, sem fatos novos diariamente para postar, ao contrário de Lyra.

Apesar de um cenário de momento que favorece Lyra, as eleições em Pernambuco seguem indefinidas, com os dois candidatos empatados tecnicamente na maioria das pesquisas.

Em declarações, Campos tem recorrido à trajetória política de sua família para defender que as pesquisas não definem a eleição.

Eduardo Campos, seu pai, saiu de menos de 10% das intenções de votos para ser eleito governador em 2006. Caso seja eleito, João Campos chegaria ao Palácio do Campo das Princesas com 33 anos de idade, um recorde de juventude no Estado. Já Raquel Lyra, que foi a primeira governadora pernambucana, se tornaria também a primeira mulher reeleita no Estado.

Tags: Eleições 2026Governo de PernambucoJoão CamposRaquel Lyra
EnviarTweet19Compartilhar30Enviar
Redação

Redação

Matérias Relacionadas

O evento ocorre no Bugan Hotel em Boa Viagem, zona sul do Recife

Convenção do PL em Pernambuco é iniciada e deve oficializar candidaturas para as eleições

Por Vinícius Sales - A convenção estadual do Partido Liberal (PL) foi iniciada na manhã desta terça-feira (4), no Bugan Hotel, em Boa Viagem, Zona Sul do Recife....

O PL tende a promover a última grande movimentação do período

Convenções do PL e da Federação encerram definições de candidatos ao Senado em PE

Por Ricardo Antunes - A última etapa do chamado período pré-eleitoral termina nesta quarta-feira (5), com as convenções do PL e da Federação União Progressista. Ambas serão realizadas...

Descoberta foi feita durante a análise de comunicações do grupo

Grupo investigado por planejar atentado em Brasília tinha plantas de prédios e manuais

De Mirelle Pinheiro, do Metrópoles — Investigados alvos da Operação Rede Interrompida, deflagrada pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), compartilhavam plantas arquitetônicas e modelos tridimensionais de edifícios...

Campos volta a acusar Raquel de comandar milícia para perseguição política

Do UOL — O candidato ao governo de Pernambuco pelo PSB, João Campos, denunciou o que classificou como uma prática de “arapongagem” e perseguição política conduzida pela gestão...

Candidato ao governo de Pernambuco faz questão de reforçar o apoio do Presidente Lula

Campos diz que Lula o confirmou como único candidato em Pernambuco

Do UOL - O presidente Lula (PT) declarou apoio a sua candidatura ao governo de Pernambuco e disse que "o único candidato no Estado" é ele, afirmou João...

Carregar Mais
Próximo Artigo
O PL tende a promover a última grande movimentação do período

Convenções do PL e da Federação encerram definições de candidatos ao Senado em PE

Por favor, faça login para comentar

Camaragibe

São Lourenço da Mata

RELACIONADOS

Acordo polêmico entre Oi, Anatel e Ministério enfrenta rejeição do MP no TCU

Lula reconhece poder de bolsonaristas, "não é possível você negar um fato".

Lula afirma que não sabe como as pessoas chegaram lá, mas que ato pró Bolsonaro foi grande

“Toffoli tinha envolvimento com Odebrecht e OAS”, diz delação

Blog do Ricardo Antunes

Ricardo Antunes - Debates, polêmicas, notícias exclusivas, entrevistas, análises e vídeos exclusivos.

CATEGORIAS

  • Brasil
  • Ciências
  • Cultura
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Eventos
  • Internacional
  • Justiça
  • Opinião
  • Pernambuco
  • Política
  • Sport
  • Tecnologia

ASSUNTOS

Alexandre de Moraes Bolsonarismo Brasília Carnaval Coronavírus corrupção Covid-19 Donald Trump Eleições Eleições 2020 Eleições 2022 Esporte EUA Fernando de Noronha Flávio Bolsonaro Futebol Internacional Investigação Jair Bolsonaro João Campos Justiça Lava Jato Marília Arraes MDB Olinda operação Paulo Câmara Pernambuco PL polícia cívil Polícia Federal PSB PSDB PT Raquel Lyra Ricardo Antunes Rio de Janeiro Saúde Senado Sergio Moro STF São Paulo União Brasil Vacina Violência

© 2016 - 2026 - Ricardo Antunes - Todos Direitos Reservados

Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião

© 2016 - 2026 - Ricardo Antunes - Todos Direitos Reservados

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.