Por Ricardo Antunes – O ex-promotor de Justiça Marcello Urgiette foi condenado em segunda instância pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) a 7 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A pena deverá ser cumprida inicialmente em regime fechado. Ainda cabe recurso.
A condenação é referente ao caso em que o ex-promotor teria recebido vantagens indevidas para beneficiar um detento do sistema prisional pernambucano. Segundo as investigações, ele recebeu R$ 3 mil e um iPhone 7 para evitar a transferência do preso Gilson Fonseca dos Santos do Presídio de Santa Cruz do Capibaribe para o Recife.
Marcello Urgiette já havia sido condenado anteriormente em primeira instância no âmbito criminal e também na esfera cível por improbidade administrativa.











