Se o bom Deus criou mesmo esse mundo, esqueceu de um detalhe: Gênios que assombraram o mundo não deveriam morrer. Era tão simples que ficassem em determinada idade, uns 60 anos talvez, para nos contarem sua história e passar ás novas gerações seus ensinamentos de superação, de grandeza, suas vitórias, seus fracassos e alegrias. Fosse Deus, estendia isso também ás mães. Acordo com a notícia de que a lenda do boxe se foi. Como Eduardo Galeano, Johan Cruyff e alguns outros, ele representou uma parte da infância e adolescência de uma geração. Tomara que as novas possam ler a seu respeito e extrair o seu melhor exemplo. E foram muitos.
Praia de SC amplia faixa de areia e mira posto de metro mais caro do país
Por Breno Damascena, do Estadão - O município de Itapema, no litoral de Santa Catarina, está prestes a superar Balneário Camboriú e se tornar a cidade com o...










