Por Ricardo Antunes – Os dois principais candidatos a governador de Pernambuco tiveram crescimento patrimonial em relação à última vez em que encararam as urnas. Nas prestações de contas que entregaram à Justiça Eleitoral, João Campos (PSB) e Raquel Lyra (PSD) se mostraram mais abastados, em especial o socialista, com aumento de quase R$ 200 mil em dois anos.
Em 2024, quando se reelegeu prefeito do Recife, João Campos tinha quase R$ 2,7 milhões. Agora, chegou a R$ 2,9 milhões. Quase todo este valor (R$ 2,75 milhões) é de aplicações e investimentos, enquanto R$ 100 mil são de quotas em uma empresa e R$ 40 mil são outros bens e direitos.
Já o patrimônio declarado de Raquel Lyra é de R$ 359 mil – cerca de R$ 19 mil a mais que em 2022, quando disputou e venceu o Governo de Pernambuco. O maior item é um apartamento em Jaboatão dos Guararapes, avaliado em R$ 289,5 mil. outros R$ 69,9 mil são de aplicações em renda fixa. A governadora ainda possui R$ 1 em conta corrente no Bradesco, valor que também constava na declaração de quatro anos atrás.
O ex-vereador Ivan Moraes (PSOL) declarou R$ 81,4 mil em bens, sendo este patrimônio constituído por um imóvel avaliado em R$ 80 mil e mais R$ 1.452 em outros bens e direitos. Na última vez que ele encarou as urnas, em 2022, na disputa para deputado estadual, tinha R$ 80 mil, de apartamento no Recife.
Guilherme Fonseca (PSTU) declarou um patrimônio de R$ 300 mil, oriundos de um apartamento. Professora Camila (UP) tem como único bem um apartamento avaliado em R$ 85 mil. Ambos disputarão sua primeira eleição, não sendo possível comparar a evolução patrimonial.








