Por Ricardo Antunes – O candidato a governador pelo PSB, João Campos, tentou sacudir a semana passada com uma narrativa de otimismo para sua campanha. Ao colocá-las em prática, acabou se beneficiando da falta de respostas da governadora Raquel Lyra (PSD) e do descuido de seus aliados. Mas a verdade é que, iniciada uma nova semana, tudo continua como estava há dez dias.
Os “trackings” diários feitos por sua campanha e pela da adversária têm apontado que a diferença entre ambos se mantém a mesma de duas semanas atrás, em torno de oito a dez pontos a favor de Raquel. Ou seja, mesmo com o socialista tentando emplacar uma estratégia comunicacional, com o “fura teto”, e nutrindo esperança na vinda de Lula (PT) esta semana, as coisas não têm andado. E o otimismo da “hora da virada” não encontra amparo em quem não segura pompons.
É verdade que a vantagem da governadora diminuiu dois pontos na Quaest e no Datafolha, mas parece mais se tratar de um cenário de correções do que propriamente de um movimento ou onda como o socialista busca sugerir. Faltam menos de três semanas e o candidato não consegue disparar como prega, tanto que nenhum prefeito faz menção de deixar o palanque de Raquel. Zero.











