Por Ricardo Antunes — “Marília Arraes e a violência na política: Colocaram meu nome em vira-lata” é o título de longa entrevista da deputada ao UOL. A cadela, segundo Marília, foi achada na rua por militantes do PSB e levada para o comitê eleitoral do então candidato Paulo Câmara, em 2014, quando ela apoiou Dilma Roussef e não Eduardo Campos a presidente.
Lembrar esse fato e, em diversos momentos da entrevista, posicionar-se a favor de candidatura majoritária de uma mulher em 2022 estão sendo vistos por setores do PT como evidências de que seu sonho de disputar pelo partido, sem aliança com o PSB, não acabou.
Marília não perde oportunidade de se colocar publicamente como alternativa. O anúncio da primeira frente de oposição ao PSB em Pernambuco, ontem, formada por PSDB, PL, PSC e Cidadania, certamente vai injetar ânimo em suas pretensões.


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