Da Redação do Blog – Após a repercussão negativa de áudios e mensagens que circularam em grupos de WhatsApp ligados à escola Eleva, no bairro da Imbiribeira, Zona Sul do Recife, a médica dermatologista Paloma Ventura reconheceu o erro, pediu desculpas públicas ao professor citado e afirmou que o caso foi resolvido diretamente com ele.
Em áudio enviado ao blog, a médica admite que usou “termos infelizes” em um momento de discussão acalorada em um grupo de pais. Segundo ela, as falas não refletem sua personalidade. “Uma coisa que eu não sou é homofóbica. Tenho vários amigos homossexuais. Me arrependi muito das palavras que usei”, afirmou.
Paloma relata que, ao conhecer pessoalmente o professor e ouvir referências positivas sobre ele, decidiu procurá-lo. “Quando soube da pessoa maravilhosa que ele era, independente de sexo ou qualquer coisa, fui até ele, pedi desculpas do fundo do coração e perguntei se podia dar um abraço. Ele me deu”, contou.
A médica também afirmou que a situação foi resolvida entre os dois e demonstrou tristeza com a proporção que o episódio tomou. “Isso tudo que está acontecendo é muito triste. Não faz parte de mim ser racista ou homofóbica. Eu tenho nojo dessas coisas”, disse.
Ela reforçou ainda que a filha seguirá estudando normalmente com o professor, encerrando qualquer dúvida sobre sua permanência na turma.
O caso ganhou repercussão após denúncias de homofobia e perseguição pessoal, em meio à ausência de um posicionamento oficial da direção da escola, o que gerou críticas de pais e da comunidade escolar.
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Dermatologista prega homofobia e escola de classe media alta é acusada de omissão
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Após a repercussão negativa de áudios e mensagens que circularam em grupos de WhatsApp ligados à escola Eleva, no bairro da Imbiribeira, Zona Sul do Recife, a médica dermatologista Paloma Ventura reconheceu o erro, pediu desculpas públicas ao professor citado. pic.twitter.com/8PQzHJ9kKZ
— Ricardo Antunes (@blogricaantunes) February 6, 2026












