Por O Antagonista — Em mais um aceno ao núcleo bolsonarista das Forças Armadas, o ministro da Defesa, José Múcio Monteiro, classificou a mudança na Marinha como o desfecho “natural de renovação” na cúpula militar. Apesar disso, Múcio Monteiro reafirmou que a Marinha é uma instituição de Estado, que deve servir à nação brasileira.
Hoje, houve a troca de comando na Força. O almirante de esquadra Marcos Sampaio Olsen assumiu no lugar de Almir Garnier Santos. Garnier Santos, aliado de Jair Bolsonaro, faltou à solenidade. “Essa solenidade marca a conclusão do processo natural de renovação dos três comandantes das Forças Armadas”, disse Múcio.

“A cerimônia de posse do comando da Marinha marca o dia de hoje como a data de mais alta importância para o nosso país, pois são garantidas as condições necessárias para a condução estratégica e para o prosseguimento dos avanços dessa bicentenária instituição de Estado, de fortes tradições, cuja a história se confunde com a própria trajetória de formação da nação brasileira”, acrescentou.
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