Da Redação do Blog – A abertura do ano legislativo da Câmara Municipal do Recife começou em clima de cobrança e desconforto político. O prefeito João Campos (PSB) não compareceu à sessão solene e foi representado por um secretário municipal, ausência que gerou críticas imediatas de vereadores da oposição.
Parlamentares esperavam a presença do chefe do Executivo para fazer questionamentos diretos sobre ações, contratos e rumos da gestão municipal. Um dos mais enfáticos foi o vereador Eduardo Moura (Novo), que afirmou ter preparado uma série de perguntas e classificou a ausência do prefeito como falta de diálogo com o Legislativo. Segundo ele, o momento seria oportuno para prestar esclarecimentos à cidade.
Além da ausência de João Campos, outro ponto que gerou reclamações foi o forte esquema de organização e segurança adotado durante a sessão. De acordo com a Câmara, a medida teve como objetivo garantir o andamento normal dos trabalhos e evitar tumultos. Vereadores da oposição, porém, afirmaram que o aparato acabou dificultando intervenções e questionamentos ao representante do Executivo presente no plenário.
Até o momento, a Prefeitura do Recife não se pronunciou oficialmente sobre as críticas envolvendo a ausência do prefeito na abertura do ano legislativo.
O episódio escancarou o clima de tensão entre situação e oposição e indica que os embates sobre a gestão municipal devem marcar os debates na Câmara ao longo de 2026.
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A abertura do ano legislativo da Câmara Municipal do Recife começou em clima de cobrança e desconforto político. O prefeito João Campos (PSB) não compareceu à sessão solene e foi representado por um secretário municipal, ausência que gerou críticas imediatas da oposição. pic.twitter.com/TPd88EoLH7
— Ricardo Antunes (@blogricaantunes) February 2, 2026












