Blog do Ricardo Antunes
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião
Blog do Ricardo Antunes
Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião
Home Política

Senado decide na 4ª feira se derruba ou mantém decreto de armas de Bolsonaro

Por Ricardo Antunes
21/09/2019 - 17:32
WhatsAppTweetarCompartilharEnviar por Email

Com informações do Site Poder360

A CCJ (Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania) do Senado vai analisar na próxima 4ª feira (12.jun.2019), às 10h, os decretos que flexibilizam a posse, o porte e a comercialização de armas, assinados pelo presidente Jair Bolsonaro, que prometeu as medidas durante campanha presidencial.O decreto que flexibilizou a posse de arma foi assinado em 15 de janeiro de 2019.

Já o decreto que flexibilizou o porte de arma foi assinado em 7 de maio e considerado inconstitucional pelas consultorias técnicas do Senado e da Câmarapor permitir o porte de fuzis por civis. Em 22 de maio, Bolsonaro voltou atrás em relação ao porte de fuzis, carabinas ou espingardas para cidadãos comuns e modificou o decreto.

Apesar da mudança, a Consultoria Legislativa do Senado emitiu nota técnica classificando a nova versão do texto como também inconstitucional.



Na próxima 4ª, na CCJ, devem ser lidos os votos em separado (relatórios contrários ao que apresentou o relator) dos senadores Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) e Fabiano Contarato (Rede-ES). Eles defendem a aprovação dos 6 projetos de decreto legislativo que suspendem os efeitos dos decretos sobre armas.

Caso o relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES), pela continuidade dos decretos, seja rejeitado, os votos em separado serão transformados em parecer da CCJ.

Na última 5ª feira (5.jun.2019), a votação do relatório de Marcos do Val foi adiada por 1 pedido de vista coletiva. Senadores favoráveis ao decreto de Bolsonaro ainda tentaram aprovar requerimentos para a realização de audiências públicas sobre o tema, o que adiaria a votação por mais tempo, mas os pedidos foram rejeitados por 16 votos a 4.

Contra a suspensão do decreto, o líder do PSL no Senado, Major Olimpio (SP), pediu nas redes sociais para a população se mobilizar.

“Se a população não se mobilizar, o Decreto de armas do Jair Bolsonaro será derrubado pelo Congresso! Apenas para sentir o clima na CCJ propus audiência pública para discutir o assunto com especialistas e perdemos por 16 a 4!Isso é um espelho do que poderá acontecer nos plenários!”, disse.

Filho do presidente, o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), disse que os decretos das armas de Bolsonaro respeitam “a vontade do povo expressa nas urnas”. Segundo ele, se os senadores votarem pela suspensão da medida “votarão contra a democracia”.

O QUE PENSA A POPULAÇÃO

Na última 2ª feira (2.jun.2019), pesquisa Ibope, feita entre 16 e 19 de março, mostrou que 73% dos brasileiros eram contra a flexibilização do porte de arma E 26% eram a favor. A pesquisa foi feita antes do decreto sobre o porte ser assinado.

O levantamento também mostrou que 61% dos entrevistados eram contra a flexibilização da posse de arma e 37% eram a favor.

Eis os detalhes da pesquisa.

OUTROS ASSUNTOS DA CCJ

  • LGBTfobia:

Outra questão que pode ser resolvida pela CCJ na 4ª feira (12.jun.2019) é a criminalização da LGBTfobia (preconceito contra homossexuais e transsexuais, entre outros grupos que não se definem heterossexuais).

O PL 672/2019, que inclui na Lei do Racismo (Lei 7.716, de 1989) a discriminação por orientação sexual ou de identidade de gênero foi aprovado em 22 de março, mas, por ser 1 substitutivo, precisa passar por turno suplementar de votação.

O relatório do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE) favorável ao projeto foi aprovado. No entanto, 3 senadores apresentaram emendas para alterar o texto, sob o argumento de preservar a liberdade religiosa e de expressão.

Uma das emendas, apresentada pela senadora Juíza Selma (PSL-MT), retira do projeto o trecho que estabelece punição para quem “impedir ou restringir manifestação razoável de afetividade de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, ressalvados os templos religiosos”.

Outra emenda, da senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), estabelece que a criminalização da LGBTfobia “não se aplica às condutas praticadas no exercício da liberdade de consciência e de crença”.

Já o senador Marcos Rogério (DEM-RO) estabelece em uma 3ª emenda que “não constitui crime a manifestação de opinião de qualquer natureza e por quaisquer meios sobre questões relacionadas a orientação sexual ou identidade de gênero, sendo garantida a liberdade de consciência e de crença, de convicção filosófica ou política e as expressões intelectuais, artísticas, científicas e de comunicação”.

O relator pode rejeitar as emendas, acatar integralmente ou parcialmente as sugestões. A proposta estará na pauta da CCJ 1 dia antes de o Plenário do STF retomar o julgamento de duas ações que pedem para equiparar atos de preconceito contra pessoas LGBT ao crime de racismo.

  • Perda de mandato:

Outro projeto volta à análise dos senadores na CCJ é a PEC 36/2017, do senador Romário (Pode-RJ), que institui a perda automática de mandatos parlamentares em casos de condenação por crimes que estejam previstos na Lei da Ficha Limpa(Lei Complementar 135, de 2010).

Esses atos estão elencados na Lei da Ficha Limpa e incluem lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, formação de quadrilha, estupro, trabalho análogo à escravidão, abuso de autoridade e crimes contra a vida, entre outros.

Caso a condenação se der por crimes não listados na lei —ou seja, que não provoquem a inelegibilidade—, a perda do mandato continua submetida à decisão dos Plenários da Câmara dos Deputados ou do Senado.

O relator, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), leu seu parecer favorável na reunião da última 4ª feira (5.jun.2019), mas 1 pedido de vista adiou a votação.

Tags: Senado
EnviarTweet19Compartilhar30Enviar
Ricardo Antunes

Ricardo Antunes

Ricardo Antunes é jornalista, repórter investigativo e editor do Blog do Ricardo Antunes. Tem pós-graduação em Jornalismo político pela UnB (Universidade de Brasília) e na Georgetown University (EUA). Passou pelos principais jornais e revistas do eixo Recife – São Paulo – Brasília e fez consultoria de comunicação para diversas empresas públicas e privadas.

Matérias Relacionadas

Os candidatos ao Governo do Estado: Raquel Lyra (PSD), João Campos (PSB) e Ivan Moraes (PSOL)

Raquel vai à sabatina, João cumpre agenda na Mata Norte e Ivan vai a Gravatá nesta quarta

Da Redação - Os candidatos ao Governo de Pernambuco cumprem agendas no Recife, na Mata Norte e no Agreste nesta quarta-feira (26). Raquel Lyra (PSD) participa de uma...

Aliados e opositores apresentaram visões diferentes sobre a última pesquisa Quaest/TV Globo

Aliados projetam avanço de Raquel após Quaest; oposição aposta em reação de João Campos

Por Vinícius Sales - A nova pesquisa Quaest/TV Globo, divulgada nesta terça-feira (25), movimentou os bastidores da política pernambucana e provocou reações dos dois principais grupos na disputa...

Levantamento revela força da governadora entre os eleitores e acende alerta para a oposição na corrida pelo Palácio do Campo das Princesas

61% acham que Raquel merece ser reeleita, o que dificulta ainda mais a vida de João Campos

Por Ricardo Antunes - Entre os dados revelados aos poucos da nova pesquisa Quaest/GloboNews, chama a atenção o número daqueles que avaliam que a governadora Raquel Lyra (PSD)...

O ex-prefeito João Campos (PSB), candidato ao Governo do Estado.  Foto: Rodolfo Loepert/Divulgação

Alerta no PSB: João Campos ainda não estancou a queda

Por Ricardo Antunes - A nova pesquisa Quaest ligou mais um alerta no comitê de campanha do PSB. Não apenas porque a diferença entre a governadora Raquel Lyra...

A pesquisa foi divulgada na tarde desta terça-feira (25)

Quaest: Marília lidera, enquanto metade do eleitorado não tem candidato

Por Ricardo Antunes - A ex-deputada Marília Arraes (PDT) liderou a primeira pesquisa para o Senado por Pernambuco realizada pela Quaest/TV Globo após o início oficial da campanha....

Carregar Mais
Próximo Artigo

Ex-motorista de Frota diz que foi usado como laranja; deputado nega

Por favor, faça login para comentar

Ipojuca

Camaragibe

São Lourenço da Mata

RELACIONADOS

Girão desiste da Presidência do Senado e declara apoio a Marinho

Deputada Janaína Paschoal (PSL) e membros do MP fazem aditamento a pedido de impeachment de Toffoli

Whatsapp e Caixa fecham parceria para envio de mensagens sobre auxílio

Blog do Ricardo Antunes

Ricardo Antunes - Debates, polêmicas, notícias exclusivas, entrevistas, análises e vídeos exclusivos.

CATEGORIAS

  • Brasil
  • Ciências
  • Cultura
  • Economia
  • Educação
  • Esportes
  • Eventos
  • Internacional
  • Justiça
  • Opinião
  • Pernambuco
  • Política
  • Sport
  • Tecnologia

ASSUNTOS

Alexandre de Moraes Bolsonarismo Brasília Carnaval Coronavírus corrupção Covid-19 Donald Trump Eleições Eleições 2020 Eleições 2022 Eleições 2026 Esporte EUA Fernando de Noronha Flávio Bolsonaro Futebol Internacional Investigação Jair Bolsonaro João Campos Justiça Lava Jato Marília Arraes Olinda operação Paulo Câmara Pernambuco PL polícia cívil Polícia Federal PSB PSDB PT Raquel Lyra Ricardo Antunes Rio de Janeiro Saúde Senado Sergio Moro STF São Paulo União Brasil Vacina Violência

© 2016 - 2026 - Ricardo Antunes - Todos Direitos Reservados

Sem Resultados
Ver todos os resultados
  • Últimas Notícias
  • Política
  • Justiça
  • Brasil
  • Pernambuco
  • Economia
  • Esportes
  • Cultura & Eventos
  • Opinião

© 2016 - 2026 - Ricardo Antunes - Todos Direitos Reservados

Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.