Por André Beltrão – A Seção Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) manteve, nesta quinta-feira (21), a condenação de Sari Corte Real a 7 anos de prisão em regime inicialmente fechado pela morte do menino Miguel Otávio, de 5 anos.
O placar terminou apertado: 6 votos a 5 contra o recurso da ex-primeira-dama de Tamandaré. O voto decisivo foi do desembargador Mauro Alencar.
A defesa de Sari tentava reduzir a pena para 6 anos por meio de embargos infringentes e de nulidade. Segundo os advogados, a diminuição abriria caminho para tentar reverter a condenação no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Com a derrota no TJPE, os advogados já anunciaram que vão recorrer ao STJ e protocolar embargos infringentes.

O caso remete à tragédia ocorrida em junho de 2020, quando Miguel caiu do nono andar de um prédio de luxo no Recife. Na ocasião, a mãe da criança, empregada doméstica de Sari, havia descido para passear com o cachorro da patroa, deixando o menino sob os cuidados dela.
Segundo a acusação, Sari permitiu que Miguel entrasse sozinho no elevador e apertou o botão da cobertura. A criança subiu em uma grade e caiu de uma altura de cerca de 35 metros.
A condenação é por abandono de incapaz com resultado morte.
eção Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) manteve, nesta quinta-feira (21), a condenação de Sari Corte Real a 7 anos de prisão em regime inicialmente fechado pela morte do menino Miguel Otávio, de 5 anos.
O placar terminou apertado: 6 votos a 5 contra o recurso da ex-primeira-dama de Tamandaré. O voto decisivo foi do desembargador Mauro Alencar.
A defesa de Sari tentava reduzir a pena para 6 anos por meio de embargos infringentes e de nulidade. Segundo os advogados, a diminuição abriria caminho para tentar reverter a condenação no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Com a derrota no TJPE, os advogados já anunciaram que vão recorrer ao STJ e protocolar embargos infringentes.
O caso remete à tragédia ocorrida em junho de 2020, quando Miguel caiu do nono andar de um prédio de luxo no Recife. Na ocasião, a mãe da criança, empregada doméstica de Sari, havia descido para passear com o cachorro da patroa, deixando o menino sob os cuidados dela.
Segundo a acusação, Sari permitiu que Miguel entrasse sozinho no elevador e apertou o botão da cobertura. A criança subiu em uma grade e caiu de uma altura de cerca de 35 metros.
A condenação é por abandono de incapaz com resultado morte.











