Se o bom Deus criou mesmo esse mundo, esqueceu de um detalhe: Gênios que assombraram o mundo não deveriam morrer. Era tão simples que ficassem em determinada idade, uns 60 anos talvez, para nos contarem sua história e passar ás novas gerações seus ensinamentos de superação, de grandeza, suas vitórias, seus fracassos e alegrias. Fosse Deus, estendia isso também ás mães. Acordo com a notícia de que a lenda do boxe se foi. Como Eduardo Galeano, Johan Cruyff e alguns outros, ele representou uma parte da infância e adolescência de uma geração. Tomara que as novas possam ler a seu respeito e extrair o seu melhor exemplo. E foram muitos.
Um ano após tarifaço, Lula vê EUA inflexíveis nas negociações
Do G1 - Faz exatamente um ano, nesta quinta-feira (9), que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou uma carta endereçada ao presidente Luiz Inácio Lula da...





