Por João Batista Jr. e Alessandra Medina, da Paiauí O casal Samara Martins e Thiago Stabile, sócios da influenciadora Virginia Fonseca e do empresário chinês Chaopeng Tan na empresa de cosméticos Wepink, está sendo investigado pela Polícia Civil de São Paulo. Samara e Thiago foram incluídos no inquérito que apura um esquema de lavagem de dinheiro que tem como alvo Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como Japa do PCC.
Mori foi a fonte de todo o capital inicial da Pink Lash, empresa que antecedeu a abertura da Wepink. Em entrevista à piauí, ela disse ter investido 800 mil reais na abertura da primeira loja da rede.
Quando indagada se a Pink Lash nasceu com o dinheiro de uma liderança da maior facção criminosa do Brasil, Mori não titubeou: “Sim”, respondeu. “Eu era uma cliente da Samara [Martins], ela fazia os meus cílios. E, em determinado momento, propus fazermos essa sociedade, sendo 50% para mim e 50% para eles.”
A informação, veiculada na reportagem ‘A tigresa dos algoritmos’, publicada na edição de junho da piauí, foi utilizada pelo delegado Mazagão Junior para justificar a inclusão de Samara e Tiago no inquérito que apura as suspeitas de lavagem de dinheiro.









