Da Redação – Os vereadores do Recife Liana Cirne (PT) e Eduardo Moura (Novo) ficam frente a frente nesta quarta-feira (9), no “Arenga Política”. Os dois são candidatos a deputado federal e protagonizam um confronto entre direita e esquerda a partir das 21h.
O debate será transmitido ao vivo pelo YouTube do Portal do Ricardo Antunes e pelas redes sociais. A proposta é colocar frente a frente dois parlamentares de campos políticos opostos para discutir temas locais e nacionais em meio à disputa eleitoral de 2026.
Antes de Liana, a vereadora Kari Santos (PT) chegou a ser convidada para debater com Eduardo Moura no programa, mas se negou a participar do confronto. Por meio de sua assessoria, ela informou que não está participando de debates, num claro desapreço pelo contraditório. Santos também é candidata a uma vaga na Câmara dos Deputados e gosta de fazer zoada pelas redes sociais. Não teve, no entanto, a coragem e a educação de Liana Cirne.
É clássico. De um lado, Eduardo Moura, representante do Novo e nome da direita pernambucana. Do outro, Liana Cirne, vereadora petista identificada com as pautas da esquerda. Os dois dividem atualmente o plenário da Câmara Municipal do Recife e agora também disputam uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Eleito vereador em 2024, Moura chegou à política depois de uma carreira de 25 anos como jornalista. No Legislativo municipal, tem se colocado como oposição à gestão do prefeito João Campos (PSB) e adotado como uma das marcas do mandato as fiscalizações e cobranças ao Executivo.
Liana Cirne está em seu segundo mandato na Câmara do Recife. Professora da Faculdade de Direito da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e doutora em Direito Público, a petista tem atuação ligada, entre outros temas, aos direitos humanos, à inclusão de pessoas com deficiência e às pautas sociais. A vereadora já tentou chegar à Câmara dos Deputados em 2022 e agora volta à disputa por uma vaga no Legislativo federal.
No “Arenga Política”, as diferenças entre os dois estarão no centro do programa. A dinâmica prioriza justamente o confronto de ideias entre candidatos de posicionamentos opostos, tendo o mediador como um árbitro provocador.
Um dos diferenciais do formato é o “Banco da Arenga”, recurso cênico e editorial acionado quando o convidado foge da pergunta, pressionando-o a responder diretamente à questão. A estrutura conta ainda com perguntas cruzadas, respostas de “sim ou não” e checagem de fatos em tempo real nos bastidores por meio do “Arenga Check”.










