Diz a Crusoé – “Quando os aportes milionários da Telemar na empresa de jogos e entretenimento de seu primogênito ganharam o noticiário, em 2006, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva debochou daqueles que questionavam o interesse da gigante de telefonia na sociedade com Fábio Luís, o Lulinha.
‘Que culpa eu tenho se meu filho é o Ronaldinho dos negócios?’, disse na ocasião, referindo-se ao jogador de futebol.
Talvez a retórica antipetista iniba Jair Bolsonaro de repetir agora o mesmo argumento, mas a compra de uma mansão por quase 6 milhões de reais pelo senador Flávio Bolsonaro, revelada nesta semana pelo Antagonista, fez ressurgirem as suspeitas sobre o enriquecimento do filho 01 do atual presidente.
Assim como Lulinha, Flávio é acusado de usar seus próprios negócios – no caso, transações imobiliárias – para lavar dinheiro proveniente de malfeitos. Uma tese que se for comprovada mostrará que a sua evolução patrimonial é fruto também de um outro tipo de ‘fenômeno’, típico de quem cresce sob a sombra do poder.”




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