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Governo edita novos decretos sobre saneamento, mas briga vai continuar

Por Ricardo Antunes
13/07/2023 - 21:19
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Por Ricardo Antunes — O governo cumpriu o acordo feito com os senadores: revogou os dois decretos que a Câmara dos Deputados havia derrubado e que o próprio Senado tendia igualmente a revogar e publicou, na edição de hoje do Diário Oficial da União, dois novos decretos. Pelos textos, tudo indica, porém, que a briga contra mexidas no marco legal do saneamento – Lei 14.026/2020- vai continuar no Congresso.

Ocorre que o governo manteve, nos dois novos decretos, dispositivos contra os quais são contrárias as empresas privadas de saneamento e ganhou um novo adversário – as empresas municipais de saneamento, que não haviam sido atingidas pelos decretos derrubados na Câmara e agora revogados. Pelas novas regras, para continuar operando, a empresa municipal de saneamento vai precisar de uma lei estadual reconhecendo sua atividade. A Associação Nacional dos Serviços Municipais de Saneamento já anunciou que vai entrar com ação no Supremo Tribunal Federal contra a medida.

A Abcon Sindicon, entidade que reúne as empresas privadas, já havia se manifestado contra o adiamento, para dezembro de 2025, do prazo de legalização dos contratos irregulares mantidos pelas concessionárias públicas. Declarou-se também contrária às alterações nos critérios de comprovação da capacidade econômico-financeira delas, sem a qual não podem operar.

Pois bem: as duas medidas voltaram nos novos decretos. A batalha no Congresso recomeça em agosto.

 

AGORA VAI

Está no forno o projeto do governo para regulamentar o mercado de crédito de carbono, anunciou em audiência da Frente Parlamentar Mista de Recursos Naturais e Energia, no Senado, o secretário de Economia Verde e Descarbonização do Ministério do Desenvolvimento, Rodrigo Rollemberg, ex- governador do Distrito Federal.

Governo conclui proposta de regulamentação do mercado de carbono

 

COMPENSAÇÃO

O mercado de crédito de carbono é o sistema de compensações de emissão de gases de efeito estufa (GEE) pelo qual uma empresa poluidora compra créditos de outras que reduziram suas emissões.

 

PLANO

O projeto do governo, em resumo, cria o Sistema Brasileiro do Comércio de Emissões. As empresas passariam a ser reguladas e receberiam cotas de emissão que teriam de cumprir: aquelas que emitirem menos passariam a ter cotas referentes a essas emissões evitadas e aquelas que emitirem mais teriam que compensar dentro do mercado regulado ou em parte do mercado voluntário.

 

EM TRAMITAÇÃO

Tramitam na Câmara dos Deputados sete projetos de lei regulamentando o mercado de crédito de carbono. No Senado, tramitam cinco projetos com a mesma finalidade. Rollemberg disse, na audiência pública, que o governo ainda não decidiu se encaminha um projeto de lei próprio ou se incorpora suas propostas a algum dos 12 projetos em discussão nas duas Casas. Anunciou que o governo quer um projeto prontinho e sancionado em lei até a próxima Conferência do Clima da ONU, em 2025, em Belém.

 

POLUIDOR

País de dimensões continentais, o Brasil tem 60% dos 6,7 milhões de km2 da Floresta Amazônica, espalhada em nove países e detentora da maior biodiversidade do mundo. É inaceitável, portanto, que não disponha de um mercado de crédito de carbono devidamente regulamentado.

Brasil possui a maior biodiversidade do mundo

 

RANKING

O site britânico Carbon Brief, especializado em mudanças climáticas, lista o Brasil em quarto lugar, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Rússia, como o país que mais poluiu desde 1850. Esta nossa vergonhosa colocação ocorreu porque a instituição, que antes levava em consideração apenas a queima de combustível fóssil, mudou sua metodologia e passou a incluir, no ranking da poluição, as emissões provocadas pelo desmatamento.

 

DEVASTAÇÃO

O Observatório do Clima, organização que calcula anualmente as emissões brasileiras de GEE, diz que cerca de 80% das emissões de gases de efeito estufa no país decorreram do desmatamento e do uso do solo para a pecuária.

 

RESTANTE

Resta da nossa Mata Atlântica, que ocupa 15% do território nacional, fornece serviços essenciais, como o abastecimento d´água, e abriga 72% dos brasileiros, apenas 12,4% do que existia originalmente.

 

DESCONSTRUINDO

Em seis meses, o governo do PT desconstruiu dois marcos autoritários do governo Bolsonaro. Logo no primeiro dia, limitou a compra e o uso de armas e de munição e obrigou ao recadastramento todos os proprietários de armas.

Em janeiro Lula revogou decreto sobre armamento

 

CANETADA

Ontem, desfez, por um mero ofício do Ministério da Educação às secretarias estaduais de Educação, o Programa Nacional das Escolas Cívico-Militares. O programa previa a gestão compartilhada, com recursos do governo federal, de escolas públicas, com a secretaria cuidando da pedagogia e os militares (PM, Forças Armadas ou bombeiros) administrando a disciplina.

 

MANTENDO

Apesar da decisão do MEC, alguns estados vão manter o programa com recursos próprios, dispensando as verbas federais, como são os casos de São Paulo, Paraná, Mato Grosso e Santa Catarina. No Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha (MDB) decidiu preservar como cívico-militares 17 unidades de ensino, quatro das quais recebiam aportes financeiros da União.

 

CASA ESTAÇÃO DA LUZ

A Chef Carol Medeiros, renomada pelo seu trabalho nos restaurantes de São Paulo e em Paris, chega ao Comida de Jardim para criar um menu exclusivo. Com passagens pelo Lycra, Ritz, Spot e DOM, sob a tutela do chef Alex Atala, ela traz consigo uma bagagem culinária única. Agora, seu talento culinário se concentra na comida latina, trazendo sabores autênticos e apaixonantes. Para completar a experiência, um jantar especial com música latina irá harmonizar perfeitamente com o menu do dia. Uma noite imperdível de gastronomia e cultura.

 

FOTO DO DIA

Peixes de prata sob as águas das Maldivas
Tags: Ricardo Antunes
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Ricardo Antunes

Ricardo Antunes

Ricardo Antunes é jornalista, repórter investigativo e editor do Blog do Ricardo Antunes. Tem pós-graduação em Jornalismo político pela UnB (Universidade de Brasília) e na Georgetown University (EUA). Passou pelos principais jornais e revistas do eixo Recife – São Paulo – Brasília e fez consultoria de comunicação para diversas empresas públicas e privadas.

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