Da Redação – A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, voltou a defender a união entre mulheres de diferentes posicionamentos políticos no enfrentamento à violência de gênero. Durante participação no programa Frente a Frente, do UOL/Folha, ela afirmou que a proteção às mulheres deve estar acima das divergências ideológicas e destacou que até mulheres evangélicas e conservadoras têm percebido que esse tipo de violência também as atinge.
Embora não tenha citado nomes, a declaração ocorre em meio à repercussão da crise envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, que recentemente deixou a presidência do PL Mulher após divergências internas sobre a condução do partido e a falta de espaço para suas indicações políticas.
Em publicação nas redes sociais, Janja reforçou o posicionamento e cobrou a votação do projeto que criminaliza a misoginia. “Seguirei usando minha voz pela proteção à vida de todas as mulheres”, escreveu. Ela ainda defendeu que a proposta seja apreciada “o quanto antes” pela Câmara dos Deputados, afirmando que “proteger nossas vidas e punir quem pratica o ódio contra as mulheres é uma pauta urgente”.









