Da Redação – A uma semana da Copa do Mundo de 2026, a Cidade do México enfrenta uma onda de protestos, bloqueios e vandalismo, incluindo a destruição de estátuas de jogadores.
Manifestantes, como professores em greve, familiares de desaparecidos, agricultores e caminhoneiros, buscam visibilidade internacional para suas pautas sociais e políticas.
O país, que sediará 13 partidas do torneio, está sob alerta de segurança devido a tensões recentes e conflitos violentos. A abertura do Mundial ocorre no dia 11, no Estádio Azteca, com o jogo entre México e África do Sul.










