Por Vinícius Sales – Por duas vezes indagado na sabatina do Sistema Jornal do Commercio sobre o período do governo Paulo Câmara, o candidato do PSB ao governo de Pernambuco, João Campos, se esquivou. Reiterando que estava para falar “de futuro” e que poderia “fazer mais” que a governadora Raquel Lyra (PSD), o socialista sequer citou o antecessor, de quem foi chefe de gabinete por dois anos.
“Estou aqui para falar de futuro, para mostrar que nessa eleição a gente tem condições de fazer muito mais. Mas também estou para mostrar o que foi feito. Se dependesse do atual Governo do Estado, não tinha escola técnica em Pernambuco. Então tem um legado construído, tem tempos diferentes de Brasil. Precisa fazer esta comparação. Não tenho dúvida de que posso fazer mais do que vem sendo feito”, disse Campos.
Por duas vezes ele foi indagado diretamente sobre Paulo Câmara, pelos oito anos de gestão do governo, onde tetos de hospitais também caíram – crítica costumeira que Campos tem feito a Raquel – e outros problemas que vêm se repetindo. Ele também não respondeu por que Paulo passou sete dos oito anos pagando empréstimos da gestão anterior, no caso a de seu pai, o ex-governador Eduardo Campos, falecido em 2014.
Se gasta muita energia com disputa política pequena.












