Da Redação – Mesmo atrás nas pesquisas de intenção de voto, o deputado federal e candidato ao Senado pelo PSD, Túlio Gadelha, não tem o que se queixar de apoio partidário. Ele é o postulante à Casa Alta que recebeu, até o momento, a maior quantia do chamado fundo eleitoral. Em sua prestação de contas entregue à Justiça Eleitoral, Gadelha recebeu R$ 3,5 milhões do diretório nacional do PSD, e outros R$ 39 mil do Avante.
Líder das pesquisas, a ex-deputada Marília Arraes (PDT) aparece em segundo lugar, com R$ 3 milhões oriundos do diretório nacional de seu partido. Companheiro de chapa dela, o senador Humberto Costa recebeu R$ 2,223.600,77 do PT nacional.
O deputado federal Eduardo da Fonte obteve R$ 1.448.000 dos cofres da direção nacional do PP. Já Mendonça Filho recebeu R$ 1 milhão do PL. Ele se destaca por ser o candidato que mais arrecadou de pessoas físicas, com mais R$ 1.788.000 nesse campo (64,13% do total arrecadado).
O advogado Carlos Sant’anna recebeu R$ 465 mil do diretório nacional do Novo. Já Mariano Macedo ficou com R$ 10 mil do diretório nacional do PSTU.
Apesar de ter dois candidatos ao Senado este ano, a cúpula estadual do UP destinou valores distintos para ambos. Samuel Timóteo recebeu R$ 4 mil, enquanto a candidata Gorett Bitu ficou com R$ 2 mil.
Paulo Rubem Santiago (Rede), Maílson da Silva Neto (PCO) e Pastor Gilvan Costa (Democrata) não receberam verba do fundo eleitoral de seus respectivos partidos. Para este ano, o limite legal de gastos para o Senado é de R$ 4.447.201,54.
Os recursos citados acima são oriundos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), o chamado Fundo Eleitoral, que este ano é de ‘ínfimos’ R$ 4.961.519.777 (sim, 4,9 bilhões de reais).












