Da Redação – O delegado João Leonardo Freire Cavalcanti será o responsável por apurar o caso dos panfletos apócrifos contra a governadora Raquel Lyra (PSD). O caso foi registrado como calúnia, e a apuração está sob a coordenação da 1ª Delegacia Seccional de Santo Amaro (1ª DESEC), no Recife.
Delegado de Polícia da Polícia Civil de Pernambuco, João Leonardo tem especialização e atuação na área de Direito Público. “A Polícia Civil de Pernambuco informa que está investigando um caso de calúnia registrado, na tarde de ontem (30), por meio da Delegacia pela Internet. As diligências já foram iniciadas com o objetivo de identificar a autoria e esclarecer as circunstâncias do caso”, diz nota enviada pela Polícia Civil.
O caso ocorreu no último fim de semana e chocou os bastidores da campanha. Os materiais continham discurso de ódio, colocando a foto de Raquel e afirmando que “ela matou o marido para se eleger governadora”. A gestora publicou um vídeo aos prantos e recebeu diversas mensagens de solidariedade.
Prontamente, a equipe jurídica do candidato da oposição, João Campos (PSB), entrou na Justiça para impedir que seu nome fosse vinculado ao caso. Ele também pediu investigação à Justiça Eleitoral e à Polícia Federal. O caso remeteu a outros episódios, como os muros pintados com dizeres de que “o PT matou Eduardo Campos” e a cadela vira-lata de um comitê de campanha do PSB que foi batizada com o nome de Marília, em alusão à hoje candidata ao Senado, Marília Arraes (PDT), à época adversária dos socialistas.
Natural do Rio Grande do Norte, João Leonardo tem 48 anos e se formou em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco (Unicap) no ano de 2001. Além disso, é pós-graduado em Direito Penal e Processo Civil. Assumiu o cargo de delegado de polícia em agosto de 2008, passando a atuar inicialmente pela 3ª Delegacia de Repressão ao Narcotráfico. Em 2022, condecorado pela Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe) com o título de Cidadão Pernambucano.











