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Após 10 anos, ninguém é condenado pela tragédia de Mariana

Redação Por Redação
14/11/2025 - 21:00
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Oito anos após tragédia, Justiça brasileira ainda não julga recurso

Oito anos após tragédia, Justiça brasileira ainda não julga recurso

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Com informações do G1 – Os desdobramentos judiciais relacionados ao rompimento da barragem de Fundão, da Samarco, em Mariana (MG), continuam em andamento quase uma década após o desastre. No Brasil, o processo criminal segue sem decisão definitiva e parte das ações de reparação permanece incompleta.

O recurso do Ministério Público Federal contra a absolvição dos acusados ainda não foi analisado, enquanto crimes pelos quais os réus foram denunciados já prescreveram. Na esfera cível, a reparação foi repactuada em um acordo de R$ 170 bilhões (saiba mais abaixo).

No exterior, porém, houve avanço: a Justiça da Inglaterra condenou nesta sexta-feira (14) a mineradora BHP, acionista da Samarco, em uma ação coletiva movida por atingidos.

A decisão inglesa envolve cerca de 620 mil autores, entre moradores, comunidades, municípios, empresas e instituições religiosas, que reivindicam aproximadamente R$ 230 bilhões em indenizações.

A condenação não define ainda o valor final a ser pago, mas reconhece a responsabilidade da empresa no caso. Trata-se do maior processo do tipo já analisado pela Justiça britânica envolvendo um desastre socioambiental brasileiro.

O desastre de Mariana
O desastre de Mariana

Ação criminal no Brasil

No Brasil, o principal processo criminal teve uma decisão em novembro de 2024, quando a Justiça Federal absolveu a Samarco, a Vale, a BHP, a consultoria VogBR e todos os réus.

A juíza Patricia Alencar Teixeira de Carvalho concluiu que as provas não permitiram identificar condutas individuais que contribuíram para o rompimento, aplicando o princípio de que dúvidas devem favorecer os acusados.

O Ministério Público Federal recorreu no mês seguinte, argumentando que omissões de diferentes setores da estrutura organizacional aumentaram o risco da operação da barragem.

O recurso ainda não foi julgado, e parte dos crimes atribuídos aos réus já prescreveu. Em parecer emitido em segunda instância, o MPF reforçou que dirigentes da Samarco tinham conhecimento técnico dos riscos de liquefação e colapso da estrutura.

O órgão pede a responsabilização das empresas e de seis ex-dirigentes e técnicos: Ricardo Vescovi, Kleber Terra, Germano Lopes, Wagner Alves, Daviély Silva e Samuel Paes Loures. Samarco e Vale afirmaram, à época, que sempre atuaram de acordo com a legalidade. A BHP não se manifestou.

Acordo de repactuação

Na esfera cível, um acordo de reparação foi firmado em outubro de 2024 entre mineradoras e poder público, totalizando R$ 170 bilhões, incluindo valores já gastos.

A repactuação ocorreu após avaliação de que as ações da Fundação Renova eram insuficientes. Parte das responsabilidades foi transferida para União, Minas Gerais e Espírito Santo, com investimentos previstos em mobilidade, saneamento e projetos para as comunidades atingidas.

A União passou a administrar um programa de transferência de renda para agricultores familiares e pescadores afetados. Moradores de áreas destruídas, como Bento Rodrigues, relatam lentidão no processo de reparação.

Do total pactuado, R$ 32 bilhões ficaram sob execução direta da Samarco, responsável por indenizações individuais, reassentamentos e recuperação ambiental. A empresa afirma já ter pago R$ 14 bilhões em indenizações e auxílios. A Fundação Renova registrava R$ 18,1 bilhões executados até setembro de 2024.

Com decisões pendentes no Brasil, o processo segue avançando no judiciário nacional, sem definição final sobre todas as responsabilidades e reparações relacionadas ao rompimento da barragem.

Tags: Meio-AmbienteMinas GeraisMPF
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