Da Redação – O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), questionou o momento em que a Polícia Federal solicitou medidas cautelares contra o parlamentar. Segundo Marinho, o pedido ocorreu poucos minutos depois da proclamação do resultado das eleições presidenciais de 2026.
Em declaração pública, Marinho afirmou que o caso precisa ser esclarecido e apresentado à sociedade brasileira. Ele contestou os fundamentos da investigação que envolve Flávio e o advogado Willer Tomaz, também investigado pela Polícia Federal.
De acordo com o coordenador da campanha, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), teria recebido informações bancárias no domingo (25) indicando que uma conta investigada não estava em nome de Flávio Bolsonaro.
Marinho sustentou que essa informação colocaria em dúvida um dos principais argumentos da investigação. Ele também mencionou fotografias e viagens compartilhadas como elementos que, segundo sua avaliação, teriam motivado as suspeitas sobre a relação entre o senador e o advogado.
O senador apresentou ainda uma cronologia para questionar a atuação das autoridades. Segundo ele, a informação bancária teria sido recebida às 10h do domingo, enquanto o resultado eleitoral foi proclamado às 20h44. Sete minutos depois, às 20h51, a Polícia Federal teria solicitado medidas cautelares contra Flávio. “É uma coincidência que precisa ser analisada pela sociedade”, declarou Marinho.











