Da Redação – A CPI Toga/Master já conta com 39 assinaturas, número suficiente para representar uma parcela expressiva do Senado Federal e abrir caminho para a investigação dos escândalos envolvendo o Banco Master. No entanto, os senadores pernambucanos Humberto Costa (PT) e Teresa Leitão (PT) não aderiram ao pedido de instalação da comissão. A ausência dos dois parlamentares chama atenção, já que o movimento pela CPI tem crescido e conquistado apoio em diferentes estados.
Segundo os articuladores da proposta, o Senado é o espaço legítimo para apurar os fatos que vêm sendo revelados diariamente, e a CPI é considerada um instrumento fundamental para fortalecer a democracia e dar respostas ao país.
Ontem, (11), o autor do pedido da CPI, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), publicou uma lista com os nomes que votaram a favor da instalação da comissão. Veja a lista:
- Alessandro Vieira (MDB-SE);
- Astronauta Marcos Pontes (PL-SP);
- Eduardo Girão (Novo-CE);
- Magno Malta (PL-ES);
- Luiz Carlos Heinze (PP-RS);
- Sergio Moro (União Brasil-PR);
- Esperidião Amin (PP-SC);
- Carlos Portinho (PL-RJ);
- Styverson Valentim (PSDB-RN);
- Marcio Bittar (PL-AC);
- Plinio Valério (PSDB-AM);
- Jaime Bangattoli (PL-PO);
- Oriovisto Guimarães (PSDB-PR);
- Damares Alves (Republicanos-DF);
- Cleitinho (Republicanos-MG);
- Hamilton Mourão (Republicanos-RS);
- Vanderlan Cardoso (PSD-GO);
- Jorge Kajuru (PSB-GO);
- Margareth Buzetti (PP-MT);
- Alan Rick (Republicanos-AC);
- Wilder Morais (PL-GO);
- Izalci Lucas (PL-DF);
- Mara Gabrilli (PSD-SP);
- Marcos do Val (Podemos-ES);
- Rogério Marinho (PL-RN);
- Flávio Arns (PSB-PR);
- Laércio Oliveira (PP-SE);
- Dr. Hiran (PP-RR);
- Flávio Bolsonaro (PL-RJ);
- Nelsinho Trad (PSD-MS);
- Marcos Rogério (PL-RO);
- Wellington Fagundes (PL-MT);
- Carlos Viana (Podemos-MG);
- Efraim Filho (União-PB);
- Fernando Dueire (MDB-PE);
- Tereza Cristina (PP-MS).
A lista completa dos senadores que já assinaram o pedido ainda será divulgada oficialmente, evidenciando quem se posicionou a favor da investigação e quem preferiu se manter distante da iniciativa, que é vista como uma resposta aguardada pela sociedade, que cobra transparência e responsabilidade das instituições. A lista poderá ser atualizada a qualquer hora.












