O procurador do MPF Roberto Pozzobon disse, durante a coletiva da Operação Mapa da Mina, que são investigados os crimes de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.
Segundo Pozzobon, o sítio de Atibaia pode ter sido adquirido “por produto de crimes” envolvendo repasses suspeitos do grupo Oi/Telemar para empresas do grupo Gamecorp/Gol, de Lulinha.
“Hoje, o que está em apuração são as evidências que apontam que também a aquisição das propriedades do sítio em Atibaia pode ter sido adquirido por produto de crimes”, disse Pozzobon.
“Podem ter origem nos recursos repassados pelo grupo Oi-Telemar para um complexo de empresas criadas pro Fábio Luís Lula da Silva.”

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