Da Redação – Em entrevista ao podcast Arenga Política, a governadora e candidata à reeleição Raquel Lyra (PSD) abordou dois dos principais problemas que teve em sua gestão: o exoneraço, logo nos primeiros dias do governo, e a tensa relação com a Assembleia Legislativa, especialmente com o presidente Álvaro Porto (MDB).
“Fui eleita governadora e a gente tem diversos cargos comissionados. O que fizemos foi garantir a liberação para que pudéssemos fazer a nomeação das pessoas que iriam trabalhar conosco. Claro que um movimento assim gera uma inquietação de pessoas que estavam lá há muito tempo, mas precisava fazer. Com exceções na saúde, na segurança, na educação. E fizemos processo seletivo, fomos trabalhando para ocupar os espaços, com estratégia para fazermos um governo de transformação e mudança. Somos um governo eleito de oposição ao que existia no governo anterior. Tínhamos muitas frentes que precisavam mudar. Agora, teve gente que trabalhou no governo anterior e que trabalha conosco também, pessoas que têm capacidade”, explicou Raquel.
“Sobre a Assembleia, fui deputada estadual por dois mandatos. Infelizmente o que vimos na Assembleia é que muita gente trabalhou contra, apesar de que todos os projetos que mandamos foram votados e aprovados. Muita gente atrasou projeto, fez discurso, mas no Plenário votou a favor. Isso não prejudicava a mim, prejudicava ao povo. E apesar disso, conseguimos garantir o maior volume de investimentos da história recente do estado, e preparamos Pernambuco para os melhores anos da sua história”, completou a governadora.











