Da Redação – A ex-deputada Dulci Amorim (PSD), anunciada nesta quinta-feira (13) como primeira suplente de Túlio Gadêlha (PSD) na disputa pelo Senado, afirmou que decidiu aceitar o convite após a tentativa de Miguel Coelho (União Brasil) de ocupar uma das vagas da chapa majoritária não prosperar.
Ao falar sobre a necessidade de representação do Sertão na composição, Dulci citou diretamente o ex-prefeito de Petrolina.
“A gente viu aí o fechamento das chapas e tudo, e a gente tem uma representação de Petrolina, que era o Miguel Coelho. Não deu certo para ele. E foi por isso que eu aceitei esse desafio”, afirmou.
Miguel disputou internamente um espaço na chapa apoiada pela governadora Raquel Lyra (PSD), mas as duas candidaturas ao Senado ficaram com Túlio Gadêlha e Eduardo da Fonte (PP).
Dulci afirmou que, diante desse cenário, aceitou o convite de Túlio para representar o Sertão na composição.
“Quando o Túlio convidou, eu digo: não tenho como deixar de representar o meu Sertão. Porque eu tenho certeza, Túlio, que você não nos tratará apenas como suplente. Você vai nos tratar como parceiros de mandato, procurando trabalhar e fazer esse Pernambuco cada vez melhor”, declarou.
A ex-deputada também afirmou que a aliança com Túlio está ligada ao projeto político de Raquel Lyra.
“O que é que nos une aqui? É um projeto. E esse projeto gira em torno de quem? Da nossa governadora Raquel Lyra. Então, a nossa líder aqui do Estado, a gente está aqui em nome dela”, disse.









